Rádio IB agora traz programação musical, cultural e noticiosa

Rádio IB agora traz programação musical, cultural e noticiosa

09h38 - 08/01/2019


Rádio IB agora tem conteúdo musical! Conteúdo é da Rádio Senado. Imagem: FreePik

O JIE entra em 2019 com uma novidade, que começa a vigorar nesta semana. A partir de agora, a Rádio IB - aquele espaço entre os vídeos do Itaitube e a previsão do tempo, localizado na barra lateral direita do jornal - veiculará programação cultural. O material é de excelente qualidade, produzido pela Rádio Senado. A proposta é replicar um programa por semana, com novos temas.

A ideia é que os(as) leitores(as) do JIE se tornem também ouvintes assíduos(as), ao mesmo tempo que ampliem seus conhecimentos musicais e culturais. Os programas se dividem em seis temas: “Autores e Livros - sua revista eletrônica semanal sobre o mundo literário”; “Capítulo Rock – um passeio pelo melhor do rock n’roll”, “Cena do Samba”; “Curta Musical - a música brasileira em uma nota”; “Improviso – música sem preconceitos, o jazz e o balanço da MPB” e “Simples Assim - as canções que o Brasil amou”.


Dê o play na Rádio IB, na capa do JIE (abaixo, à direita).

Para você ir entrando no clima, a gente publica o primeiro programa da parceria entre Rádio IB e Rádio Senado. Para a estreia, escolhemos o programa Curta Musical, que conta um pouco da história da música Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. Em 2019, a canção completa 80 anos.

Pedimos a sua ajuda para saber quais programas você prefere. A partir da contribuição dos colegas, vamos organizar a grade de programação da Rádio IB em 2019!

Participe! Acesse a enquete e escolha um dos programas que você prefere ouvir.

Autores e Livros - sua revista eletrônica semanal sobre o mundo literário;
Capítulo Rock – um passeio pelo melhor do rock n’roll;
Cena do Samba;
Curta Musical - a música brasileira em uma nota;
Improviso - música sem preconceitos, o jazz e o balanço da MPB; e
Simples Assim - as canções que o Brasil amou.

Enquete anterior


A maior parte do pessoal da Itaipu se declarou dependente de celular, em uma certa medida.

Na última enquete, o JIE perguntou qual o nível de dependência do smartphone de seus leitores e leitoras. A pesquisa, iniciada em 23 de outubro, teve 369 participantes.

A maioria dos respondentes (59%) admite que tem certa dependência do aparelho, mas que se desliga dele nos momentos de folga. Foram 215 votos nesta opção. Já os superdependentes correspondem a 33% das respostas. Foram 121 votos para a afirmação "Meu celular é meu melhor amigo. Não vivo sem smartphone, mas me desligo dele nos momentos de folga".

Se considerarmos as duas respostas como pessoas com algum tipo de dependência (moderada ou alta), a maioria absoluta dos participantes - 92% deles - tem algum grau de nomofobia, abreviação do inglês para "no mobile phone fobia". Este é o nome dado para dependentes do celular. Apenas 8% dos respondentes da esquete escapam da nomofobia. A opção "O aparelho serve para mim apenas para ligações e/ou como relógio" teve poucos adeptos: 31 votos, no total.

Segundo a Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (Sbie), a nomofobia pode acarretar sintomas emocionais e físicos. São eles: angústia, ansiedade, irritabilidade, medo, estresse, crises de pânico, tristeza, solidão e depressão, além de falta de ar, sudorese, tontura, tremores, náuseas, dor no peito, aceleração da frequência cardíaca, dor de cabeça e enxaqueca.

A Sbie também relaciona dez hábitos que podem indicar a dependência, mas alerta que o diagnóstico da nomobofia deve ser feito por terapeuta, psicólogo ou psiquiatra.

  • Manter o celular ligado 24 horas por dia e dormir com o celular embaixo do travesseiro;
  • Mentir sobre tempo gasto na rede;
  • Carregar consigo mais de uma bateria, carregadores ou aparelhos reserva;
  • Conferir obsessivamente as chamadas, e-mails e mensagens de aplicativos;
  • Checar a bateria constantemente;
  • Sentir desconforto quando está em um local sem sinal;
  • Deixar de fazer atividades que gosta para ficar no celular ou na internet;
  • Fracassar em passar menos tempo no celular ou navegando;
  • Ficar on-line mais tempo do que o previsto, deixando de dormir e se alimentar;
  • Colocar relacionamento ou trabalho em risco.

Um dos antídotos mais eficientes para se desconectar do mundo on-line é conectar-se a si mesmo, elevando a autoestima e trabalhando com sua inteligência emocional. "Além disso, a falta de Inteligência Emocional faz com que muitas pessoas queiram fugir de suas próprias emoções para não ter que lidar com suas sombras. O celular e as redes sociais são formas de olhar para fora e tirar o foco do interior.", informou a Sbie.

Quer uma vida melhor? Desconecte-se. =)

 

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