Programação do Pine reúne histórias dos colegas recém-chegados à Itaipu

Programação do Pine reúne histórias dos colegas recém-chegados à Itaipu

14h38 - 22/02/2018

A cor do crachá já mudou duas vezes no peito de Hugo Medina, 26 anos, nos últimos anos. Ex-estagiário na Manutenção, ele passou pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás) e, agora, é um dos 23 novos empregados que participam da 31ª edição do Programa de Integração do Novo Empregado (Pine). Ao longo da semana, Hugo e os colegas recém-chegados seguem uma extensa programação de palestras na empresa. Na quarta-feira (21), eles fizeram a visita técnica e tiraram a foto oficial do grupo.

Pineiros fizeram a visita técnica nesta quarta-feira (21).

Hugo já usou o crachá azul de estagiário na Divisão de Manutenção Mecânica de Serviços Auxiliares (SMMA.DT), em 2011, quando fazia o curso técnico em mecânica. Em 2014, voltou para Itaipu na Divisão de Laboratório (SMIL.DT), desta vez cursando o tecnólogo. Entre 2016 e 2017, passou pelo crachá branco do PTI, quando trabalhou por dois anos no Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás).

Antes de chegar ao crachá vermelho, Hugo foi estagiário e trabalhou no CIBiogás.

O colega está de volta à SMMA.DT, agora, com o crachá vermelho. “Eu gosto muito do serviço técnico, do contato mais direto com a manutenção”, afirma Hugo, que cursa a faculdade de Engenharia Mecânica. “Itaipu, além de ser excelência em benefícios ao empregado, dá as ferramentas e as condições para trabalhar. Estar aqui é um sonho realizado”, conclui.

Programação do Pine acontece no Treinamento e dá uma panorama geral sobre a empresa.

A programação do Pine começou na terça-feira (20), no Treinamento. As palestras ajudam a dar um panorama geral da empresa, além de promover a integração dos novos empregados. Na visita à usina, eles passaram pelo Mirante Central, crista da barragem, cotas 144, 40 e 108, além do visitar o eixo da turbina. O Pine termina nesta sexta-feira (23).

Depois de 10 anos...

Outro colega que, assim como Hugo, comemora sua entrada na Itaipu é Otávio Rodrigues Filho, 36 anos. Ele tinha participado do processo seletivo há 10 anos e ficou empatado em primeiro lugar com um candidato mais velho. Ficou de fora devido ao critério de desempate da idade.

Foram duas "bolas na trave" de Otávio até conseguir ser aprovado no processo seletivo.

Em 2016, em um concurso na Eletrosul, ficou empatado novamente em primeiro lugar, desta vez com outros dois candidatos. “Imagine quem ficou em terceiro no critério de desempate?”, brincou. Desta vez, não teve empate, e Otávio assumiu uma das vagas de operador da usina (OPUO.DT). “Fico feliz de ter entrado. Nós temos aqui uma perspectiva de carreira, crescimento profissional e estabilidade que não encontramos na iniciativa privada”, afirma.

Fora de casa

Quem também está louco para “colocar a mão na massa” é Alexandre Ogrodovski, 28 anos, há três semanas na Divisão de Sistemas (SID1.GG). “Já instalei meu ambiente de trabalho e estou estudando os códigos para poder dar minha contribuição. Estou ansioso para começar a trabalhar”, diz o colega que mora em Medianeira e vem para Foz do Iguaçu todos os dias.

Os agentes de segurança Roberto Rocha, Kalvin Berlanda, Jorge Comelli e Jhonny Reich participam do 31º Pine.

Formado em tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, no UTFPR de Medianeira, Alexandre trabalhava até então na loja de informática da família. Aos poucos, vai deixando a casa. “É a primeira vez que eu trabalho fora. Vou continuar um tempo em casa ainda, ajudando na empresa, mas devo me estabelecer de vez aqui em Foz”.

Medalha de ouro

Apesar do nome de jogador de futebol, Ricardo Rocha Gomes, 51 anos, está interessado nas corridas da Itaipu. Desde que chegou a Foz do Iguaçu neste ano, depois de 12 anos como instrutor de trânsito em Balneário Camboriú, Ricardo já entrou em contato com os corredores da cidade. “Corro pela Avenida Tancredo Neves, da Vila C até a entrada da Vila, quase todos os dias”, garantiu.

Ricardo está preparado para participar das competições de Itaipu.

Motorista lotado na Divisão de Transportes (SGST.AD), Ricardo está empolgado com o novo emprego e nova cidade. “Balneário Camboriú agora é só para veraneio”, afirma. E faz um desafio aos demais corredores da usina: “Nas próximas corridas da Itaipu, vou incomodar”, brinca.

Nova museóloga

A Letícia Acosta Porto, 29 anos, sentia falta de um museu, nos últimos anos em que trabalhou como museóloga da Universidade Federal da Integração da América-Latina (Unila). “Eu trabalhava com projeto de extensão, mas é muito melhor quando você tem um museu para atuar”, diz. A nova museóloga da MAPE.CD está animada com os futuros projetos no Ecomuseu.

Letícia trabalhava nos projetos de extensão da Unila e, agora, vai atuar no Ecomuseu de Itaipu. 

“Espero dar suporte para desenvolver os projetos. A agenda de 2018 está bastante extensa. Temos exposições e oficinas, não só em Foz, mas para toda a região”, resume.

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