Banheiros adaptados recebem dispositivo para pedir ajuda em caso de emergência

Banheiros adaptados recebem dispositivo para pedir ajuda em caso de emergência

14h56 - 01/11/2017


O sistema serve para solicitar ajuda, caso necessário. Ele emite um alarme sonoro semelhante ao de incêndio e aciona uma luz externa.

Desde o final de outubro, os banheiros adaptados para pessoas com deficiência receberam um novo dispositivo, essencial para pedir ajuda em caso de acidentes. Botões foram instalados em locais estratégicos, próximos aos sanitários e lavatórios, para facilitar o acionamento em situações de emergência.

Ao pressionar o botão, um alarme sonoro semelhante ao de incêndio é ligado. Quando isso ocorre, simultâneamente uma luz vermelha, próxima à porta do banheiro, é acesa de forma intermitente. São alertas que alguém necessita de ajuda naquele local. Para desativar o dispositivo, basta que a pessoa pressione o interruptor novamente.

Sistema inclui aviso sonoro e luminoso, instalado fora do banheiro para pessoas com deficiência.

A instalação do sistema é uma iniciativa da Divisão e do Departamento de Infraestrutura, SGII.AD e SGI.AD, respectivamente. Segundo o gerente da SGII.AD, Alexandre Silva de Vargas, a área está em processo de adequação das edificações para garantir melhores condições de acessibilidade. “Esta é uma das ações que mostram o nosso olhar especial para as pessoas com deficiência”, afirmou.

Os dispositivos já estão instalados no Treinamento, Escritório Central, Centro de Documentação, Segurança Empresarial, Coordenação, Mirante Central, Almoxarifado, Centro de Recepção de Visitantes, Centro Executivo e Refúgio Biológico.


Os botões foram instalados próximos aos sanitários e lavatórios, locais estratégicos e de fácil acionamento para a pessoa com deficiência.

Para a colega Cristiana Gianluppi da Silva, da Divisão de Apoio a Segurança (SESA.AD), o alarme é essencial para pessoas que, como ela, já necessitaram de auxílio e tiveram que aguardar muito tempo pelo socorro. “Uma vez, quando trabalhava no PTI, cheguei a cair da cadeira no banheiro e fiquei cerca de 30 minutos esperando alguém passar para pedir ajuda”, relembra Cristiana, que é cadeirante.


Alexandre Silva de Vargas, gerente da SGII, e Cristian Hugo Brauhardt, gerente do SGI.AD: iniciativas para ampliar as condições de acessibilidade.

Alexandre também ressalta os cuidados para que os aparelhos não sejam acionados de forma errônea e que, ao ouvir o barulho, os mais próximos devem ir oferecer ajuda. “Tivemos uma experiência em que um rapaz acabou apertando o botão sem querer e ninguém soube o que fazer. Também é bom ficar alerta e sempre prestar o auxílio”, completou.

Os alarmes audiovisuais seguem orientação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), conforme a regulamentação NBR 9050/2015. Segundo a ABNT, os dispositivos devem ser instalados em locais confinados, como banheiros acessíveis, boxes, cabines e vestiários isolados.


Nas portas, no lado externo do banheiro, luzes de emergência indicam o local onde há alguém precisando de ajuda.


O colega Felipe Martins Queiroz (SGII.AD) supervisionou a instalação do sistema.

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