Qual o ritmo que faz sua cabeça?

Qual o ritmo que faz sua cabeça?

11h27 - 22/10/2007

Gosto diversificado

      
   

Qual o ritmo que faz a sua cabeça? Essa é a pergunta da enquete lançada essa semana pelo JIE. Até as 8h, 84 pessoas haviam respondido à pergunta. MPB e rock’n’roll estão praticamente empatados. Trinta pessoas (36%) votaram no ritmo dançante, outras 26 pessoas (31%) votaram no ritmo mais calmo. Já 17 pessoas (20%) disseram que gostam mesmo é de sertanejo e sete (8%) de pagode. Já  quatro pessoas (5%) gostam de jazz. Ainda dá tempo de participar e dar seu voto.
   

De volta à grande São Paulo

Djalma Antônio Ramos, da Financeira, é um típico paulistano – daqueles apaixonados pela cidade onde nasceu.  Assim que se aposentar – ele sai pelo PDI no próximo dia 1º –,  quer voltar para a grande São Paulo, cidade que deixou aos 20 anos para morar em Foz do Iguaçu e trabalhar em Itaipu. Mas nem por isso vai esquecer o tempo que aqui passou e os amigos que aqui fez.

     

“Vou ter que voltar para rever os amigos e também para comer chipa, sopa paraguaia, bife de chouriço, matambre temperado acompanhados de uma Pilsen Dorada ou uma Quilmes”, brinca. E acrescenta: “jamais vou esquecer do convívio com os colegas e do ambiente de trabalho. “A Financeira é um lugar muito bom para se trabalhar”, elogia.

     

Quando veio para Foz, há 32 anos, Djalma deixou a família e a então namorada, Elisete, a quem prometeu buscar para se casar. Na época, ele era funcionário da Chesf e foi convidado para trabalhar na Itaipu. “Eu não tive medo, apesar de saber que tudo estava no início”, lembra.  E Djalma ficou um pouco assustado com o que viu. E não é difícil entender o motivo. “Eu vim de uma cidade que tinha dez milhões de habitantes, e aqui só tinha 25 mil”, comenta. As ruas não eram asfaltadas, com exceção de um trecho da avenida Brasil, e praticamente não havia supermercados e hospitais”. Mas logo essa realidade começaria a mudar. “Itaipu nos deu toda a infra-estrutura necessária. Não dá para reclamar”, diz.

    

Um ano e meio depois de chegar à cidade, o colega cumpriu a promessa. Voltou para São Paulo, se casou e a trouxe a esposa para Foz. Elisete não tinha grandes expectativas em relação a Foz do Iguaçu.  O que foi bom, porque ela acabou se surpreendendo. “Ela gostou muito da cidade. Eu soube prepará-la dizendo que era pior”, conta, rindo.

    

A saudade de São Paulo permanecia. Em 1981, ele voltou para a capital paulista. Permaneceu lá durante dez anos. O escritório fechou, e ele foi transferido inicialmente para Curitiba, onde permaneceu por seis meses. A opção foi retornar para Foz.  Acreditava que a cidade oferecia mais condições para criar os filhos: – Jonathas (29 anos), Joaquim (26), Joyce (25), Patrícia (17) e Gabriela (13).

     


Álbum de família: Joaquim, Jonathas, Djalma, Elisete (esposa), Joyce, Patrícia e Gabriela.
          

E foi inevitável. Djalma acabou se apaixonando por Foz do Iguaçu, e sabe valorizar as boas coisas da cidade. O que ele mais gosta é da Vila A, onde mora. E também a situação geográfica de Foz do Iguaçu, localizada na região de fronteira. O colega adora passear na Argentina e no Paraguai. Além disso, tem muitos amigos tanto no Brasil quanto nos países vizinhos, principalmente em Assunção, capital paraguaia.

   

Para Djalma, trabalhar em Itaipu é motivo de muito orgulho. Afinal são 32 anos de empresa. “Não tenho nem palavras para descrever o que sinto”, diz, comovido. O colega lembra que as pessoas não acreditavam que o projeto daria certo. “Era um ‘elefante branco’... e hoje é uma potência, da qual o Brasil depende muito. Tenho orgulho em ser um dos pioneiros desta empresa”, diz.

   

Mas, após tantos anos de trabalho e dedicação, ele sabe que é hora de parar, e se dedicar a outros projetos. Quais, ele ainda não sabe, mas nada que ocupe muito seu tempo, afinal ele quer curtir a família e viajar bastante. Os roteiros ainda não estão definidos, mas Nordeste, Santa Catarina, Paraguai e Argentina estão entre os preferidos. Para Djalma, a gente só pode desejar muita sorte. E sucesso!
    

 

Lançamento de livro
Vale a pena conferir. Nesta terça-feira, às 19h30, o administrador Rogério Soares Böhm, diretor administrativo financeiro da Fundação de Saúde Itaiguapy, ministrará uma palestra, no auditório da UDC, "Acreditação Hospitalar - Em busca da qualificação sob a ótica do cliente". No mesmo evento, Böhm fará o lançamento de seu livro "Qualificação da Gestão e da Assistência - Diferenciação e Integração em uma Unidade Hospitalar". O livro é resultado da dissertação de mestrado do palestrante, que enfocou no estudo o Hospital Ministro Costa Cavalcanti. A pesquisa pode servir de referência para a gestão de outras unidades hospitalares.
    

   

Coral   

E
Logo mais à noite, o Coral de Itaipu fará uma apresentação especial na cerimônia de abertura do XI Encontro nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, no Rafain Palace, às 20h.
    
    

   

 

 

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