A beleza no contraste

A beleza no contraste

15h15 - 17/10/2007


Paisagem cinza


Nos últimos dias, o clima tem causado estranheza na fronteira. Outubro trouxe muita chuva e manhãs com neblina. Ontem a temperatura chegou a 15 graus centígrados em Foz do Iguaçu. E parece que o tempo não deve ficar estável tão cedo. Há previsão de novas frentes frias para os próximos dias.

 


A liberdade em movimento

Interagir com a arte requer um certo desprendimento. Cerca de 20 pessoas da região trocaram ontem os compromissos e as preocupações por uma aula cheia de cultura e boas energias. O grupo participou de uma oficina de desenho e biodança ministrada pelo artista plástico argentino Osvaldo Marcón.


A oficina é parte da programação de aniversário de 20 anos do Ecomuseu, que inclui entre outras atividades, duas exposições, uma delas com a obra do próprio Márcon e a outra com os trabalhos de  Juan de Lastanosa, o agitador intelectual do Século XVII.


A colega Elder Bedendo feliz da vida com o sucesso da programação do Ecomuseu.

Para começar, uma dinâmica de grupo, com uma seqüência de exercícios e dança, para desenvolver a comunicação e a sensibilidade em relação a cada movimento. Em seguida, os participantes puderam expressar no papel “liberdade de fazer o que deseja sem se preocupar com a opinião alheia”, tema proposto pelo artista.  “Não estamos habituados culturalmente a reservar um tempo para relaxar, por isso precisamos nos soltar para a criatividade surgir”, destacou Marcón.

Para o artista plástico, a existência do grupo é de extrema importância para o trabalho vivencial (sentir para viver), que não deve ser algo isolado. 
   

 

A primeira “Itaipu”


A usina de Marmelos, construída em 1889 em Viçosa, Minas Gerais, foi a primeira hidrelétrica da América do Sul. Mas logo se seguiriam outras. O Brasil acompanhava o resto do mundo na implantação de fontes de energia para atender principalmente as cidades maiores. Em 1890, a capacidade instalada de usinas hidrelétricas e térmicas (a carvão) era de 4.618 quilowatts, que aumentou para 37.580 quilowatts no ano seguinte. Ou seja, a capacidade elétrica do país, naquela época, correspondia mais ou menos ao que Itaipu utiliza para seu próprio consumo.
   


    

A visita do filho do 6º milionésimo visitante

Quando Elson Irajá Borges da Silveira visitou a usina, em 7 de dezembro de 1994, ganhou uma homenagem especial: ele era o 6º milionésimo visitante pela margem brasileira. Teve direito a brinde, posou para fotos e saiu encantado, depois de plantar uma árvore no Bosque dos Visitantes. Junto com ele estava seu filho, Pedro Henrique.

Hoje, Pedro Henrique, já casado, voltou a Itaipu, não só para matar as saudades, como para ver como estava a árvore, uma jabuticabeira, plantada pelo pai.

E saiu de Itaipu também encantado, com o que viu e com o carinho que recebeu do pessoal do Centro de Recepção de Visitantes.

    

É pique!


    
A colega Sônia Moura Lewek, secretária da Superintendencia de Compras (Curitiba), ganhou ontem uma festa dos amigos. Desde 1989 na empresa, Sônia ficou superfeliz com a surpresa. "É uma grade felicidade ter tantos amigos ajudando a soprar as velinhas", disse a colega.  


    

 



     
    

 


   

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