Um bairro, uma usina

Um bairro, uma usina

15h37 - 16/10/2007

 

Quanto riso...
Maria Auxiliadora, ex-gerente da Divisão de Imprensa, foi flagrada ontem, quando deixava as instalações da Fibra, pelo fotógrafo Alexandre Marchetti. A bordo de seu Scénic, levava no colo a cachorrinha Júlia. No sorriso, a prova de que, depois de Itaipu,  (também) existe vida lá fora.
    

 

 

Um bairro, uma usina
   

O que veio antes, a usina de Itaipu ou o bairro de Itaipu, em Niterói? Veio primeiro o bairro, mas a usina ganhou o mesmo nome por coincidência. Lá, como aqui, existiam tribos que falavam o tupi-guarani, de onde vem o nome Itaipu, "a pedra que canta". Não se sabe qual pedra por lá cantou, mas existia o mar – ainda existe, claro – e os recifes, onde por certo o som também era semelhante ao ouvido por cá, quando o mar estava manso e o rio estava cheio.    

 Praia de Itaipu, no bairro de Itaipu, em Niterói (RJ).     

Quando se pesquisa Itaipu em sites de busca como o Google, imediatamente vêm links relacionados ao bairro de Niterói, onde por sinal existe também a Praia de Itaipu. O bairro se orgulha de que há registros de ocupação ocorrida há 8 mil anos por comunidades indígenas. Restos de ossos e de utensílios primitivos compõem o acervo do museu arqueológico que funciona nas ruínas do Recolhimento de Santa Teresa, construído em 1764. 

     
    

      
Igreja de São Sebastião de Itaipu.

          

Sem saber provavelmente o significado da palavra, os portugueses, em 1716, inauguraram em Niterói a Igreja de São Sebastião de Itaipu, que legaria parte do nome ao bairro.

 

 

Um brinde ao Ecomuseu

Todos os visitantes e escolares foram recepcionados ontem no Ecomuseu com um pedaço de bolo. Tudo para comemorar os 20 anos de criação do espaço, considerado um marco de interatividade na região lindeira.
    



    

Um brinde aos funcionários

 

 Festa das Crianças

Teatro, Educação e Diversão. O tempo ajudou e só ontem na parte da tarde, a festa do Dia das Crianças promovida pela Força Voluntária, no antigo cinema, reuniu cerca de 300 crianças.  E a garotada se divertiu para valer.
    

 


A peça Teatral "Fazendo a Diferença", encenada no projeto Opakatu, pela Casa do Teatro, comemorou sua 40º apresentação só neste ano. Mais de 26 mil crianças puderam se divertir com a peça interativa.
    


A colega Cristiane Penha da Silva Fraga, do Força Voluntária, levou os filhos, Guilherme e Gustavo que fazem parte do Grupo Escoteiro Cataratas e outros 50 escoteiros para prestigiarem a peça. Os escoteiros também ajudaram na hora de servir o lanche.  Cristiane adorou a iniciativa do programa.

 


A colega Cristiane Penha e os filhos. 


Em Curitiba,  a atividade será realizada no dia 23 de outubro. As inscrições podem ser feitas com Lilian Paparella (ramal 4316) a partir de amanhã.


Irlene Damiane Bolzon com a filha Bruna e Dinarte Bertoldi com a filha Thays.
    

Lucas Zanatta, filho da colega Mara Mariza.



    

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