A arte que inspira e emociona

A arte que inspira e emociona

14h13 - 08/10/2007

Do JIM, a arte reciclável
    

    

O JIM – além de levar notícias para os leitores dos murais - ganha nova função nas mãos do auxiliar técnico esportivo da Assemib Adalto Silva. Apaixonado pela arte de desenhar desde a infância, ele aproveita o verso das edições antigas do Jornal de Itaipu Mural para criar seus desenhos. 

 

    

Adalto cria e copia com grande facilidade ilustrações para o papel.  O que ele mais gosta é da arte sacra. Apesar do grande talento, se diz um amador. “Nunca fiz um curso específico. Quero aprender cada mais e aprimorar os meus desenhos”, diz. 

          
    

E Adalto não desperdiça tempo. Ele aproveita as horas de folga para aperfeiçoar seus traços, principalmente quando cai a tarde, quando costuma ter mais inspiração. “É à noite que surgem as idéias, quando posso deixar minha imaginação fluir”. Dos momentos de grande inspiração surgiram trabalhos de decoração para igrejas, prefeituras e amigos. 


    


     

Para produzir as obras, o desenhista utiliza látex e tinta de tecido, além de contar com o auxílio de material, como a doação de edições do JIM. “É um ótimo exemplo de como podemos sempre reaproveitar tudo que utilizamos”.
    

Os outros talentos de Luiz Antonio

    
   

Respeitável público, nos horários de folga e fins de semana, o coordenador financeiro da Fundação de Saúde Itaiguapy, Luiz Antonio de Lima, dispensa cálculos, relatórios e procura mesmo é relaxar. Freqüentador assíduo da Assemib, ele colaborou mais uma vez na Festa do Dia das Crianças promovida pela entidade, e demonstrou sua habilidade de comunicador. Ele foi o mestre de cerimônias do evento.  “Eu me formei em contabilidade, mas admiro a profissão de jornalista”, brincou. Vestido a caráter, usando chapéu e microfone em punho, Luiz conduziu a festa com profissionalismo e, é claro, com muito bom humor.
    

 

Visitantes ilustres


Por causa da proximidade com áreas naturais, o Ecomuseu recebe muitas vezes "visitantes" incomuns e inesperados, como lagarto teiú (foto acima), ouriço caixeiro, aves e insetos variados, como borboletas, que despertam a atenção das pessoas que visitam o local, e muitas vezes, da própria equipe, que tem o privilégio de trabalhar naquele espaço. 

Nna semana passada, uma "visitante" no Espaço Botânico "movimentou" o Ecomuseu: uma cobra verde.

João Batista Rodrigues,  responsável pela conservação e manutenção do acervo do Ecomuseu, aproveitou para exercitar seu conhecimento e habilidade no manejo de serpentes e repassar informações sobre o animal à equipe. A estagiária Antônia Primo dos Santos registrou cada detalhe.

Segue a "ficha do bicho":
Nome popular:
Cobra Verde
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Colubridae
Nome científico: Philodryas olfersii
Nome inglês: Green snake
Distribuição: América do Sul
Habitat: Cerrado e Floresta
Hábito: Diurno 

Particularidades: Muitas pessoas acham que esta espécie é inofensiva. Cuidado ! Esta espécie possui o veneno 4 vezes mais tóxico que o da Jararaca. Mas, por possuir dentição opistóglifa (o dente de veneno fica situado no fundo da boca) não é considerada venenosa. Como os dentes ficam na parte de trás da boca, a inoculação é difícil.
    

Passa a maior parte do tempo nas árvores e arbustos, mas pode ser encontrada no chão. Não é uma cobra agressiva, fugindo rapidamente pela vegetação quando perturbada, mas pode morder se for acuada. 
    

Hábitos alimentares: Alimenta-se de aves, pequenos lagartos, e pequenos anfíbios. 
   
Reprodução: Ovípara, coloca entre 15 e 18 ovos com o nascimento previsto para início da estação chuvosa.
Obs: Esta espécie deve ser considerada perigosa. Assim, o manejo deste tipo de animal só deve ser feito por pessoas com conhecimento de manejo de serpentes.

    

Versão para impressão