Jornal Vale Paraibano

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09h47 - 26/09/2007

 

O diretor geral- brasileiro da usina binacional, Jorge Miguel Samek, defende a especialização da indústria do turismo como forma de reforçar a receita do município, localizado na região da Tríplice Fronteira.

"A indústria que mais se desenvolve no mundo e a mais competitiva é a do turismo. Para entrar nesse jogo, ou você se especializa e busca oferecer um receptivo de qualidade, identificando o tipo de turista, ou cai fora."

Um dos exemplos desta especialização está nas Cataratas do Iguaçu. Enquanto o espaço era explorado pelo governo, a arrecadação chegava a R$ 3 milhões por ano, com uma média de 800 mil visitantes por ano. Com a operação de um consórcio a partir de 2000 e o incentivo de Itaipu, o faturamento anual com o turismo subiu para R$ 15 milhões, com o registro de 1,2 milhão de visitantes anuais. A meta do consórcio é chegar a 1,5 milhão de visitantes.

Sobre Foz do Iguaçu, Samek soma aos atrativos naturais a própria usina hidrelétrica, considerada uma das "sete maravilhas da engenharia".

"Foz do Iguaçu se diferencia pelas cataratas, o parque nacional e pela proximidade de dois países (Paraguai e Argentina), que são opções de gastronomia e compras. Também temos a maior hidrelétrica do planeta."

Segundo o diretor, o momento atual favorece uma ofensiva em nível nacional para o incremento da indústria do turismo.

 

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