No pain, no gain

No pain, no gain

16h14 - 20/09/2007

No pain, no gain

Canoagem não é só contato com água fresca. Desde o início do Campeonato Mundial da modalidade slalom, na quarta-feira, no Canal Itaipu, 10 atletas se machucaram e precisaram de cuidados médicos. No local, trabalha uma equipe coordenada pelo médico da Confederação Brasileira de Canoagem, Wagner Miadi, que inclui pessoal do Siate, uma ambulância cedida pela prefeitura (Samu) e uma enfermeira. “Até o momento não tivemos casos graves. Apenas escoriações leves”, conta Miadi.

Os casos incluíram contusões, braços ralados no fundo pedregoso do canal, uma unha descolada e, o mais grave, um corte no braço causado por uma remada – esse foi o único atleta que precisou se deslocar até o hospital para uma sutura. Os hospitais Costa Cavalcanti e Municipal, a propósito, estão a postos para qualquer emergência médica durante a competição.

 Além de competir, fazer negócios
Durante o Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, o Canal Itaipu não é apenas palco de disputas por vagas nas Olimpíadas de Pequim, em 2008. É também uma oportunidade para trocar mercadorias. Trata-se de um mercado internacional, com cotações em dólar e em euro para equipamentos de canoagem que são anunciados em um quadro na “vila” dos atletas.


Os produtos, evidentemente de alto nível, pois pertencem a alguns dos melhores canoístas do mundo, não são nada baratos. A equipe suíça, por exemplo, está vendendo remos a 300 euros. Um caiaque não sai por menos de 600 euros e pode chegar a mil euros. É sinal de que a equipe brasileira, que está anunciando que precisa de dois caiaques, vai precisar de um patrocínio generoso...


Chef de cozinha

A adolescente (PIIT) Quézia Francine Jesus da Silva (AS.AD), adora doces. E foi no livro de receitas do pai, Francisco de Assis, que ela aprendeu a fazer sua sobremesa preferida: o Bolo Gelado. “É tão gostoso que dá vontade de comer até o papel de embrulho”, brinca.

Além do bolo ser delicioso, Quézia indica a sobremesa para os dias de forte calor da cidade. Vamos aprender a fazer?

Ingredientes para massa
4 ovos
3 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 copo de suco de laranja
uma colher de sopa de fermento em pó

Para a cobertura
uma garrafa pequena de leite de coco
uma garrafa de leite ( utilize a mesma garrafa do leite de coco como medida)
uma lata de leite condensado
1 pacote de coco ralado sem açúcar

Modo de Preparo
Na batedeira bata as claras em neve. Acrescente o açúcar e bata por mais uns 3 minutos. Coloque as gemas, o trigo, o suco e continue batendo a mistura até formar uma massa homogênea. Por último ponha o fermento, bata por mais 40 segundos na menor velocidade da batedeira.

Despeje a massa numa forma média e untada. Asse em forno pré-aquecido em temperatura média, por aproximadamente 40 minutos, ou até dourar.

Cobertura
Misture bem numa tigela o leite de coco, o leite normal e o leite condensado. Reserve. Assim que o bolo tiver assado, retire do forno e fure toda a sua superfície com garfo ou faca, assim a cobertura penetrará bem.
Com o bolo ainda quente e já furado, despeje a cobertura sobre ele. Salpique o coco ralado por cima. Leve à geladeira por aproximadamente 3 horas. Corte o bolo em quadradinhos do tamanho que preferir e embrulhe com papel alumínio. Conserve na geladeira.
Se o leite tiver fresquinho, o bolo pode durar até 1 semana.

Agenda cultural
Livro

A história de um dos maiores inventores japoneses  pode ser encontrada na biografia “Made in Japan”, de Akio Morita e Sonny, indicado pelo colega do gabinete Administrativo, Giovani dos Anjos Teixeira.
Um dos fundadores da marca Sony, Akio Morita vai além da auto-biografia. Além de contar as origens da empresa, ele faz um manifesto ideológico sobre as diferenças dos estilos de gestão entre americanos e nipônicos, além de mostrar o futuro das relações comerciais entre os dois gigantes.

Giovani começou a ler o livro durante o curso de pós-graduação de Gestão das Organizações. Ele gostou tanto da obra, que a indica para todos os colegas. “O livro é um grande exemplo de liderança que todos deveriam conhecer”.


Filme
O filme “Abril Sangrento” é a dica da colega Mara Mariza nesta sexta-feira. Baseado no genocídio de Ruanda, que matou mais de 500 mil pessoas, o filme começa com uma introdução sobre o histórico de convivência entre os grupos étnicos rivais tustis e os hutus, e mostra imagens de Ruanda antes do genocídio como um lugar cercado de belezas. “A história é muito marcante. Ela nos mostra outra visão sobre a humanidade”, explica Mara. Para ela, o filme é inesquecível, por contar uma história que marcou o mundo. “É impossível assisti-lo e não se emocionar”, diz.

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