Kaminski bate dois recordes na natação

Kaminski bate dois recordes na natação

15h35 - 18/09/2007

Recordista na natação


    
O superintendente de Obras e Desenvolvimento, Newton Kaminski,  colecionador de medalhas e troféus na natação, bateu dois recordes no final de semana, em Ribeirão Preto (SP). Ele foi recordista na categoria nado de peito  50 metros, com a marca de 31 segundos e 33 centésimos; e sul-americano nos 200 metros de peito, com o tempo de 2 minutos, 31 segundos e um centésimo. E ainda de quebra, faturou mais uma medalha no 200 m medley. Outros três colegas de Itaipu também fizeram bonito na competição: Rui Jovita, Alexandre Donida e Maurício Guerreiro. Todos obtiveram boa colocação. E são um grande orgulho para todos nós. Veja os resultados abaixo.
     

Evento: XII Torneio Aberto Brasil Masters de Natação

Newton Kaminski
50 m peito: 1º lugar - recorde brasileiro
200 m medley: 1º lugar
200 m peito: 1º lugar - recorde sul-americano

Maurício Pires Guerreiro
50 m borboleta: 10º lugar
50 m costas: 6º lugar

Alexandre Donida Osório
50 m peito: 8º lugar
50 m livre: 11º lugar

Rui Jovita
200 m livre: 3º lugar
50 m borboleta:  2º lugar
50 m livre: 4º lugar

A equipe de Itaipu também competiu na prova de Revezamento 4x50 m livre.

Campeão
Kaminski pratica natação desde os 7 anos de idade. Ao longo da carreira, são mais de 1.500 medalhas e troféus conquistados dentro e fora do Brasil.  A natação tem duas fases importantes na vida de Kaminski. A primeira começou aos 7 anos e terminou ao 22 anos. Ele só recomeçou a nadar cinco anos depois, aos 27 anos de idade. Kaminski competiu em vários países como Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Marrocos, Equador, Argentina e Paraguai, entre outros. Em 2005, em Portugal, conquistou um total de 7 medalhas de ouro. E título de campeão não se conquista à toa. Kaminski nada diariamente uma hora ao meio-dia e faz musculação três vezes por semana.
    

Cara nova

A persistência e o esforço fizeram do colega Eduardo Rodrigues Oliveira um vencedor. Desde junho, ele faz parte do quadro de empregados de Itaipu, na Divisão de Cadastro e Administração de Fornecedores, na Diretoria Financeira, em Curitiba.

Mas realizar o sonho de trabalhar na maior hidrelétrica do mundo não foi nada fácil. Durante dois anos era a mesma rotina. Eduardo trabalhava como atendente comercial na Agência dos Correios na cidade de Mallet. A noite ia para a faculdade em Irati, percurso de 60 quilômetros.  Além do deslocamento diário, nos finais de semana, ia para casa do pais, Maria do Carmo e José de Oliveira, em Teixeira Soares, a 90 quilômetros de distância. “Foi cansativo, mas valeu a pena”, diz.

Em 2005, Eduardo pediu transferência para Curitiba. Assim que saiu dos Correios, ele foi trabalhar na Copel, onde estava havia três meses, quando foi chamado para trabalhar na usina. “Escolhi Itaipu pela oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional”, ressalta.

Sossego
A vida corrida de Eduardo parece que hoje está mais tranqüila. Em Curitiba, ele mora com a irmã, Carla Patrícia, o cunhado Alex Pires e os sobrinhos Andrew e Lucas Oliveira Pires. “Morar com eles me deixa mais sossegado. Agora, tenho mais tempo para mim”, diz.  Eduardo concluiu em junho a pós-graduação em Especialização de Gestão de Negócios.

Além dos estudos, Eduardo também dá atenção à saúde. Há três anos começou a praticar tênis. “Com o exercício me sinto mais saudável e bem mais disposto.  “Todos deveriam tentar”, acrescenta.


Capital Inicial na faixa


   

E não param de chegar e-mails da super-promoção para o Capital Inicial. Até agora há pouco, mais de 220 leitores e leitoras já haviam escrito para a promoção: quero ir ao show. O sorteio será feito amanhã.  Quinze pessoas serão sorteadas. Quem sabe, você será uma delas.

Resultado da enquete
O Brasil tem boas chances no Mundial de Canoagem?
Um total de 129 pessoas respondeu até agora pela manhã a nossa enquete que lançou a seguinte pergunta: O Brasil tem boas chances no Mundial de Canoagem? A grande maioria, 87 dos participantes (67%) está esperançosa, acredita que sim.  Já 24 participantes, 19%, acham que não.  Para três pessoas ( 2%), falta preparo. Já 7 pessoas (5%) acham que a Europa vence.


    

 

 

Versão para impressão