A beleza que se contrapõe à seca

A beleza que se contrapõe à seca

09h38 - 12/09/2007



    
Em vários pontos da usina, uma demonstração de resistência da natureza. Mesmo em meio à seca que já provocou queimadas na região e colocou em alerta os brigadistas de Itaipu, as flores florescem. E mostram toda a sua exuberância.
 
                 

    
A floração está relacionada diretamente com o fotoperíodo, ou seja, a quantidade de luz do dia. Com a chegada antecipada da primavera, os dias ficam mais longos e estimulam a floração, explica o biólogo Hélio Fontes. 
   
 
   
E sem chuva, o que acontece? Com pouca água, as plantas produzem poucos frutos, que florescem rapidamente e caem. 
    

  


 
   

 

Na China, a proeza de representar o Brasil

O colega Valtemir de Souza, o Billy, nosso homem–pássaro, não ficou entre os primeiros na Competição Mundial de Paramotor, na China, na semana passada, mas, sem dúvida, deixou uma grande marca no campeonato: a da perseverança, além do nome de Itaipu e do Brasil nos céus da China. 

Segundo o colega, a competição foi bem acirrada, os campeões foram os espanhóis, franceses e ingleses.
Billy conta que teve uma pane de motor e perdeu duas provas importantes de navegação num dos dias da competição. 
   
   
    
Até conseguir um motor reserva, já havia perdido muitos pontos. Mesmo assim, a competição foi gratificante, conta Billy.  “Percebi que temos ótimas chances nos próximos campeonatos”, diz esperançoso”.  O colega aproveita para agradecer a força que recebeu de todos os colegas e apoio de Itaipu. Valeu!
    


Álbum de família
O colega Genésio Voigt é pura corujice. Ele enviou para compartilhar com os amigos e amigas do JIE as fotos de um casal bastante simpático que, por coincidência, é formado pelos dois filhos dele: o André Luiz, de 3 anos, e a Nina, de um 1 ano e 7 meses. Segundo Genésio, é assim que eles se cumprimentam de manhã: com um abraço e um beijo. Não são uma fofura?



      

A profissional da Imprensa se despede
Ela já foi superbadalada neste espaço, com merecidas homenagens: Reportagens, depoimentos, cartas de agradecimentos. E, hoje, a gerente de Imprensa, Maria Auxiliadora Alves dos Santos, a Dôra, se despede da rotina de trabalho na empresa.  Foram 20 anos de história e um legado de muita dedicação, desprendimento e profissionalismo. Para Dôra, a gente sabe: essa é só mais uma etapa que ela vai tirar de letra.  Antes de sair, ela se despede de todos os amigos e amigas.
    

Carta de despedida
Longe é um lugar que não existe   
Aos estimados leitores, colaboradores e " feitores" do JIE/JIM e DIE.
Gente de Itaipu, gente que fez e faz a Itaipu, gente como eu, que trabalhou e trabalha porque é o sagrado direito da vida construirmos e, ao ingressarmos nesta gigante usina, aceitamos o desafio da sobrevivência e do aperfeiçoamento profissional, pra levar "luz" aos lares brasileiros e paraguaios.
   
  
Na paisagem do Paranazão, Deus me deu  a oportunidade e a graça de emoldurar Itaipu em contraponto com a beleza das Cataratas. Ainda que eu não tivesse este abençoado cenário, com certeza,  como operária da notícia,  eu tinha que dar o que existia de melhor. E,  acreditem, mergulhei com desprendimento, dedicação e amor, buscando honrar minha profissão e respeitar com integridade e ética  aqueles com quem convivi.

Desde o nascer do sol ao cair da tarde, durante  os 365 dias de 20 anos, estive de sentinela guardando a boa imagem do monumento construído pela energia dos 40 mil barrageiros que concretaram 12,5 milhões de metros cúbicos, e dos inúmeros engenheiros, arquitetos e  técnicos que  repetiram a montagem de cada unidade geradora, registrada por nossos jornalistas e fotógrafos  20 vezes na velocidade da luz nos 30 anos de edificação de Itaipu.

Quanta honra! Eu não fiz mais que minha obrigação, como profissional e
Brasileira, de valorizar e zelar pelo trabalho de toda esta gente. Minha admiração, respeito, reverência e gratidão a todos presentes e in memorian.

Se todas as notícias fossem iguais a vocês, leitores do JIE/JIM e DIE, trabalhadores da Itaipu, que maravilha viver... Vou sentir saudades!   

Bate a dor do momento da partida,  mesmo lendo Richard Bach que diz:

"Não fique triste nas despedidas. Uma despedida é necessária antes de vocês poderem se encontrar outra vez. E se encontrar de novo, depois de momentos ou de vidas, é certo para os que são amigos"."

Agradecimento aos colegas da Imprensa
Agradecimentos especiais, admiração, respeito e afeto à competente equipe da Divisão de Imprensa, a qual tive a honra de gerenciar durante dez anos. Honrosamente agradeço à manifestação dos nossos amigos periodistas
do DIE, em especial à Rocio e ao gerente de Imprensa, Abel Gimenez que, com muita sensibilidade e gentileza, me homenagearam. Gracias, hermanos amigos. A solidariedade e simpatia sempre marcaram a
nossa Comunicação Social paraguaia.


Tenho a grata satisfação de, no plano de sucessão, poder passar a gerência para o brilhante jornalista e editor do JIE e JIM, Cláudio Dalla Benetta, que
continuará tendo a felicidade de contar com a capacidade, habilidade, aptidão, idoneidade e criatividade do Vinícius Ferreira, Patrícia Liliana Iunovich,
Caio Coronel e Alexandre Marchetti, no grande desafio de colocar na vitrine dos computadores e murais de Itaipu, sua gente, seu valor e brilho.

Pela homenagem a mim prestada no JIE/JIM através da prontidão, tenacidade e capacidade de síntese da Patrícia Iunovich, na reportagem sobre a minha vida, e a generosidade e reconhecimento de todos, em especial do Gilmar Piolla e do Hélio Teixeira, meu muitíssimo obrigada. Foi o melhor diploma que eu poderia receber da vida. Ofereci a Deus e a minha santa mãezinha esta dádiva imensurável aos olhos, mas eternamente plausível em meu coração como "momentos que se casam como uma doce canção. De fazer tal casamento vive a minha profissão". Sinceramente,
Dôra (Maria Auxiliadora  Santos)

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