Notícias de Itaipu
Municípios aprovam Encontros CAB
31/07/2014 | 11h46


Nelton Friedrich (à esquerda) agradece a recepção que os Encontros CAB tiveram nos 29 municípios da BP3.
  
Gestores, prefeitos e profissionais da Itaipu se uniram, terça-feira (29), no Rafain Palace Hotel, em Foz do Iguaçu, para debater e avaliar o Projeto Encontros e Caminhos Cultivando Água Boa (CAB) – jornada pelos 29 municípios da Bacia do Paraná 3 (BP3), entre fevereiro e junho deste ano, que levou a moradores locais diversas atividades relacionadas à cultura, história e sustentabilidade.
  
“Queremos esta resposta de modo participativo”, disse Silvana Vitorassi, gerente do Departamento de Proteção Ambiental (MAP.CD) e coordenadora dos Encontros CAB. “O processo contou com a participação de todos, logo esta avaliação teria que ser do mesmo jeito.”
   
E a resposta foi positiva. Muitas atividades foram integradas ao cotidiano das localidades. “Os Encontros vieram para sanar uma dificuldade que tínhamos sobre o que faríamos após as análises do Córrego Brasília,” disse Fabíola Bomdia, professora do Colégio Flávio Warken, da Vila C, em Foz. “É com muito orgulho que hoje estamos passando pela fase de recuperação.”
   
Matelândia exaltou a forma com que o programa foi proposto. “Em dez anos, era mesmo necessária uma nova forma de apresentação e essa foi uma grata surpresa”, afirmou Otoniel Garcez, do comitê organizador. “Nessa região não dá apenas energia e soja. Dá cultura e educação e é por isso que nós queremos mais encontros, com mais pessoas.”
   
O momento foi propício para que todos os gestores trocassem ideias e experiências. Para os idealizadores, o sucesso do evento ficou marcado principalmente pela aceitação imediata e pelas parcerias.
  
“O Cultivando Água Boa não é de Itaipu, ele pertence a todos vocês”, destacou o diretor de Coordenação da binacional, Nelton Friedrich. “Isso tudo acontece por causa de vocês. Não há como caminhar sozinho por 11 anos.”
  
Leila Alberton, gerente da Divisão de Educação Ambiental (MAPE.CD), que acompanhou de perto o movimento, disse que faria tudo novamente. “O maior destaque dos Encontros foi o comprometimento das pessoas envolvidas. Conseguimos fortalecer uma grande rede de amizades nesses municípios. Foi um marco no Cultivando Água Boa.”
   
Durante os Encontros CAB as cidades assumiram seus papéis de anfitriãs e, no evento de avaliação, receberam certificados – um pequeno reconhecimento, para reconhecer a importância de todos os que se envolveram e contribuíram para o bom resultado.


Internet, jovens e estudantes têm papel fundamental na gestão sustentável da água
31/07/2014 | 09h31

Para Cícero Bley Junior, a web se converteu em uma ferramenta importante na gestão da água, e os jovens devem fazem parte desse processo.
  
A internet é ferramenta poderosa para promover a gestão sustentável dos recursos hídricos, e os estudantes têm papel fundamental nesse processo. A avaliação foi feita pelo superintendente de Energias Renováveis da Itaipu (ER.GB) e coordenador do Centro Internacional de Hidroinformática (CIH), Cícero Bley Junior, durante o encerramento da 15ª Cúpula de Informações sobre a Água (15ª Water Information Summit), nessa quarta-feira (30), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).
  
O evento de três dias teve participantes de 24 países. A programação foi encerrada com um curso de curta duração sobre a utilização de sistemas de informação geográfica aplicados à gestão de recursos hídricos e uma visita ao Condomínio de Agroenergia Ajuricaba, em Marechal Cândido Rondon.
   
O encontro – organizado pela WaterWeb Consortium e pelo Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) – teve como objetivo o intercâmbio de informações e tecnologias que permitam a gestão sustentável dos recursos hídricos por meio da web, possibilitando o acesso e a disseminação de dados e conhecimento.
   


Encerramento do evento, no Auditório César Lattes, PTI, nessa quarta-feira (30).

  
Participação
   
Durante a cerimônia de encerramento, a diretora regional para Ciência da Unesco - América Latina e Caribe, Lídia Brito, destacou a importância da troca de informações entre a comunidade científica e os estudantes: “Não há encontro que se faça apenas com palestrantes. É muito bom ver tantos jovens participando. É preciso ter uma abordagem mais holística de quando se fala de gestão de recursos naturais e, em especial, quando se fala de recursos hídricos.”
  
Segundo Bley Junior, “os palestrantes trazem posições, conceitos e ideias, mas efetivamente quem metaboliza essas ideias são aqueles que participam”.
   
Sessões
   
A 15ª Cúpula de Informações sobre a Água contou com a presença de autoridades e especialistas na área, como a coordenadora do Programa Hidrológico Internacional da Unesco para a América Latina, Zelmira May, e a diretora do GLOWS, María Concepción Donoso.
  
A programação do encontro contou com seis sessões. Nelas foram discutidos temas como o nexo água-energia, modelagem hidrológica, ecohidrologia e cooperações internacionais para soluções de conflitos sobre água.
   
Um dos destaques foi a sessão “Softwares Livres Aplicados aos Recursos Hídricos”, que foi transmitida em tempo real pelo Portal Mundo GEO e teve com a participação de 470 espectadores.


Rede Proteger ganha nova logomarca
30/07/2014 | 15h27

Uma nova cara, mas sem perder a identidade. Este é o propósito da nova logomarca da Rede Integral de Proteção à Criança e ao Adolescente (Rede Proteger), aprovada na sexta-feira (25), durante a reunião mensal do grupo, na Escola de Leigos.
      

     
Feita pela Divisão de Imagem Institucional de Itaipu (CSII.GB), a nova logomarca resolve alguns problemas da antiga, que dificultavam sua aplicação e impressão. O desenho não podia ser ampliado e a fonte se tornava inelegível quando muito reduzida.
     
A logomarca manteve as mesmas cores, em alusão aos países da tríplice fronteira, de forma clara e com fonte mais moderna. “A nova logo poderá ser aplicada desde ofícios, até na impressão de camisetas”, explicou Márcio Bortolini, da Assistência da Diretoria Geral Brasileira (AS.GB) e integrante da equipe do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA).
 

   
O símbolo também vai
utilizar o mesmo princípio da engrenagem formada pela união das pessoas. “O mais importante é permanecer com a ideia de que uma entidade depende da outra”, afirmou Edinalva Severo, coordenadora da Rede Proteger. "Nosso trabalho somente é possível se todas as instituições trabalharem de forma articulada”.
      
Uma das primeiras utilizações será no site da Rede Proteger, que deverá começar a funcionar nas próximas semanas: www.redeproteger.com.br
    
A Rede Proteger
    
A Rede Proteger é composta por 40 instituições que atuam na proteção e garantia integral dos direitos de crianças e adolescentes na região. A Itaipu é uma delas.


Jornada pelo lago chega ao fim
30/07/2014 | 10h46

Após um ano de trabalho, chega ao fim o transporte das 13 peças gigantes que serão utilizadas na construção de uma fábrica de fertilizantes agrícolas da Petrobras em Três Lagoas (MS). As duas últimas peças estão no ponto de embarque, no lago de Itaipu, aguardando para seguir viagem pelo reservatório até alcançar o destino final.
  

As últimas peças chegaram à rampa no final da tarde de domingo (27).
    
A maior das duas peças é a absorvedora de CO2, com 52,1 m de comprimento e 493 toneladas. O vaso de separação de gás é uma peça menor, com 148 toneladas, mas mais larga, com 6,95 m. Para garantir que as peças passassem com segurança, foi necessário que Furnas desativasse a energia das torres de transmissão durante algumas horas neste fim de semana.
  

Juntas, as duas peças somam mais de 700 toneladas.
     
Segundo a empresa encarregada do transporte, as peças devem seguir viagem ainda esta semana. Para que a balsa com as peças possa transpor o canal de navegação de Guaíra, em especial a ponte Ayrton Senna, é preciso que o reservatório esteja na cota 219,30. Até que este nível seja atingido, as peças aguardam na rampa, localizada no bairro Três Lagoas, em Foz do Iguaçu.
   

Apoio de Furnas foi importante para garantir a segurança.
    
“Ajudar na logística do transporte foi um grande aprendizado para a equipe da Itaipu, e uma prova de que é possível transpor a barragem e utilizá-la como via fluvial”, disse Andreas Arion Schwarz, gerente do Departamento de Obras e Manutenção (ODM.CD).
  

Moradores acompanharam o transporte, curiosos.
   
“Além disso, herdamos um patrimônio valioso: a rampa de acesso, na foz do Rio Bela Vista, construída pela Petrobras e o consórcio CTM, responsável pela construção da fábrica de fertilizantes, foi oficialmente repassada à Itaipu”, lembra. “É um investimento de U$ 1,5 milhão, que será muito útil para a Itaipu e seus parceiros, como a Receita Federal e a Polícia Federal."
   

A rampa poderá ser utilizada em diversas atividades da Itaipu e parceiros.
    
Com a conclusão da travessia das peças, o trabalho da equipe é recompor as intervenções feitas na malha viária, com ajuda do Foztrans, Guarda Municipal e Marinha, retirar as estruturas montadas para o transporte e fazer a limpeza final.
   

Colegas da Itaipu acompanharam toda a passagem das peças.
    
“A Itaipu deu todo apoio a essa operação nas áreas de sua responsabilidade, que são da margem do Paraná ao aeródromo e na Avenida Tancredo Neves. Nos demais trechos, a responsabilidade ficou com a prefeitura e a Foztrans”, explicou Schwarz.
   
Peças gigantes
   
Desde junho de 2013, as 13 peças gigantes, fabricadas na China, chegaram em lotes a Foz do Iguaçu, vindas de Porto Grande (RS), para serem transportadas de balsa pelo reservatório. Elas serão utilizadas na UFN3 – Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 3 da Petrobras, localizada na cidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.
   

Caminho das peças de Foz a Três Lagoas.
    
De Foz do Iguaçu até o destino final, a travessia fluvial demora oito dias, em média.
    

O JIE publicou
  
Peças gigantes da Petrobras passarão pelo Rio Paraná e pela usina de Itaipu
  
Barcaça chega a reservatório de Itaipu para transportar peças gigantes da Petrobras
  
Começa em Foz a megaoperação para o transporte de peças gigantes da Petrobras
  
Peças gigantes atravessam Foz
 
Petrobras usa Rio Paraná e reservatório de Itaipu para o transporte de peça com 761 t
  
Peças seguem viagem pelo lago
 
Novas peças gigantes seguem para o reservatório


Sobem o conforto e a segurança, descem os gastos: elevadores são modernizados
30/07/2014 | 09h05

Elevador já modernizado: benefícios aos usuários e àqueles que trabalham na manuteão dos equipamentos.

   

Projetados há mais de 30 anos, os 23 elevadores de passageiros da Casa de Força e da barragem serão modernizados. Também serão instaladas três novas unidades na área industrial, em poços existentes desde a construção de Itaipu.

 
O projeto e supervisão da modernização é das divisões de Engenharia de Manutenção Mecânica (SMIM.DT) e de Manutenção Mecânica de Serviços Auxiliares (SMMA.DT).
   
O trabalho é feito pela Elevadores Otis Ltda, vencedora da licitação para manutenção, modernização e instalação dos novos elevadores, e começou em janeiro. Desde então, quatro deles já foram modernizados e estão em fase de recomissionamento (E7, E8, E10 e E25).

  

À esquerda, o elevador antigo. Ao lado, o "novo", em fase de recomissionamento.

 

Todos devem estar no novo padrão até o fim de 2015. Neste período, também deverão ser instalados os novos elevadores (E1, E3 e E29): dois na barragem, próximos às unidades geradoras 3 e 14, e outro na Casa de Força, perto da U18A (clique aqui e veja onde ficarão os novos elevadores). O contrato de manutenção é de cinco anos e irá até o final de 2018.

 
Digital e compacto

 
Nos 23 elevadores em funcionamento, a modernização inclui a troca do sistema de sinalização analógico pelo digital, com displays em led.

 
Para o usuário, a operação foi simplificada. A quantidade de botões diminuiu, ficando apenas os funcionais, e a disposição deles foi melhorada, tornando-se mais acessível.

 
Mas a mudança mais significativa não é visível para quem usa os equipamentos apenas para subir e descer nos prédios. Nas Casas de Máquinas, onde estão os controles centrais dos ascensores, é que a modernização traz seus maiores benefícios.

   

João Maria Ribeiro,Stevan Batisteti e Raul Antonio Garcete Mantilla. Para cada elevador há uma casa de máquina – localizada na parte superior do poço. O acesso é restrito aos técnicos responsáveis pela manutenção.

 

No sistema antigo havia um motogerador, dois painéis analógicos e um motor. No novo, os dois painéis são substituídos por apenas um, digital, equipado para registrar todas as eventuais falhas.

 
O motogerador deixa de ser necessário porque o novo motor instalado, mais moderno e econômico, não precisa mais deste suporte e tem alimentação elétrica própria. Todas essas medidas devem reduzir o consumo de energia em até 70%, segundo estimativa da Otis.

 
As mudanças facilitam a manutenção mensal dos equipamentos. Hoje, é cada vez mais difícil encontrar os componentes eletromecânicos que precisam de substituição nos elevadores antigos. Obsoletos, eles sumiram do mercado.

 
“Os painéis eletromecânicos têm muitos componentes e era difícil dizer qual deles apresentava um problema”, afirmou o engenheiro Stevan Pinheiro Batisteti, da SMIM.DT, responsável pelas novas especificações.

   

Cléber Pimenta, gerente da SMMA.DT, explica as mudanças, ao lado de Raul Garcete, que também trabalha na modernização.

 

Outra vantagem é na identificação de eventuais falhas: com o sistema digital, elas ficam registradas e discriminadas no painel. “Tudo fica registrado no dispositivo de falhas, que indica qual o problema ocorrido, por meio de um código. Isso torna a resposta mais rápida”, disse o técnico João Maria Ribeiro, terceirizado da Otis.

 
O aspecto de segurança foi observado nessa reforma. Cada elevador terá um guarda-corpo, acima da cabine, para uso em serviço, e o poço inteiro recebe iluminação. “Esses aspectos foram observados e servem não só ao usuário, como ao técnico de manutenção”, disse Cléber Pimenta, gerente da SMMA.DT.

  

A planta geral de localização dos atuais elevadores. É possível ver a imagem ampliada clicando aqui.

     
Menor custo

 

No elevador novo (à esquerda), menos botões e display de led. Stevan Batisteti (à direita) mostra o antigo, que será trocado.

 
Com o novo contrato de manutenção dos elevadores, Itaipu terá ainda uma significativa economia financeira. A redução é de no mínimo R$ 87,6 mil por ano, se comparado ao antigo prestador de serviço.

 
“Incluímos nessa licitação o fornecimento de mão de obra e de peças sobressalentes pela empresa contratada e, mesmo assim, o custo diminui”, disse Batisteti. No contrato antigo, Itaipu pagava as peças à parte. O último pagamento mensal de Itaipu à antiga empresa foi de R$ 40,3 mil, diante do custo médio de R$ 33 mil da Otis.


Curso ensina novas técnicas de combate e prevenção de incêndios florestais
29/07/2014 | 17h22

Hora da aula prática, na quinta-feira (24): antes de entrar na mata, um rápido lembrete da teoria.

                                            

Cerca de 40 empregados de diferentes setores da Itaipu participaram, de segunda a sexta-feira da semana passada, de um treinamento de prevenção e combate a incêndios florestais, no Refúgio Biológico Bela Vista (RBV). O curso foi ministrado por consultores do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) e do Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
   
“Durante as aulas teóricas foi possível aprimorar o conhecimento, para depois colocarmos em prática. Aprendemos novas técnicas de combate e prevenção de acidentes com o fogo. Funcionou como uma reciclagem", avaliou o bombeiro Tiago Leal Mangrich, da Divisão de Segurança da Central (SEOC.AD), um dos participantes.
    
Empregados das divisões de Áreas Protegidas (MARP.CD), Apoio Operacional (ODRA.CD) e de Engenharia de Segurança do Trabalho (RHSS.AD) também participaram.
         
Aula prática

      

À esquerda, o instrutor Giusepe; à direita, o colega Helio. Preparo em dia.

      

Com enxadas, pás, foices e fações os colegas foram a campo na quinta-feira (24). A chuva atrapalhou um pouco, mas mesmo assim foi possível colocar em prática muitos dos ensinamentos teóricos. “Essas aulas vão nos ajudar muito”, disse Helio Kammer, da SEOC.AD. “Temos a nossa brigada e somos responsáveis por cuidar das áreas protegidas, por isso essas aulas são tão importantes”, ressaltou Veridiana Pereira, da MARP.CD.
     
Segundo o técnico Giusepe Gabriel Santomo, um dos instrutores do Ibama, os participantes do curso aprenderam diferentes técnicas úteis em uma situação de emergência. “Ensinamos como agir quando não dá para utilizar a água no combate ao fogo, a forma correta de abrir passagem até o local e a maneira certa de encarar situações de perigo.”

                                

Veridiana, a única mulher a participar do treinamento..


Você já fez a autoanálise do SGD?
29/07/2014 | 09h18


Fluxo desta etapa do SGD: pode parecer complicado, mas não é. Leia o texto abaixo e saiba mais.
 
O Sistema de Gestão de Desempenho (SGD) entra numa etapa importante, que depende exclusivamente de você. É a autoanálise. Ela é essencial porque faz refletir quanto ao próprio desempenho e a necessidade de desenvolvimento profissional. É um tempo precioso que ajuda a gerir a carreira. Basta entrar na ferramenta, com login e senha (enviados para o e-mail corporativo), e clicar na aba “Formulário de Autoanálise”. Clique aqui para entrar.
   
Este ciclo do SGD 2014 termina no dia 18 de agosto. Até lá, avaliadores e avaliados deverão ter concluído todas as etapas do sistema.
   
De acordo com o RH, nesse momento de mudanças é essencial que se tenha em mente a importância que a etapa de avaliação do SGD assume para a carreira e o futuro na empresa. “No ciclo de 2013, 5% dos empregados não foram avaliados e dessa vez não queremos correr esse risco”, diz Werner Braga, um dos integrantes da equipe coordenadora do SGD. O SGD é um dos critérios a ser aplicado para os casos de promoção do empregado.
   
Novidades
   
O ciclo SGD chegou em 2014 com várias novidades, entre elas, menos burocracia e mais dinamismo no processo da avaliação. Na prática, o sistema incluiu avaliação e contratação, feitos pelo avaliador, validação do imediato, também realizado pelo gerente, reunião conclusiva, com o avaliado, e a elaboração do Plano de Desenvolvimento Individual entre avaliador e avaliado.
   

Home page do sistema: ainda não entrou? Clique aqui e aproveite a oportunidade.

  
No formato anterior, no ciclo do SGD 2013, era feita a contratação, depois se fazia o acompanhamento e se dava o feedback. A avaliação era feita no final. NO SGD 2014, a avaliação já é feita junto com a contratação e, na sequência, o acompanhamento e o feedback.
   
Passo a passo
 
• No formulário, selecione a competência individual e analise as evidências descritas. Em seguida, escolha e justifique, com fatos e dados, o conceito da escala que melhor descreve o seu desempenho.
• Para visualizar a descrição dos conceitos passe o mouse sobre os itens da escala.
• No mesmo campo, planeje a sua contratação da competência que será acompanhada e avaliada ao longo do próximo ciclo.
• Sempre que você inserir alguma nova informação o sistema salva automaticamente.
• Você deverá concluir somente quando estiver certo (a) de que não precisará alterar mais nada na sua autoanálise. Para finalizá-la não se esqueça de clicar em “Concluir Autoanálise”.
  
O que fazer
    
Ao concluir sua autoanálise, agende a reunião conclusiva com seu avaliador. O RH lembra que o ciclo somente estará concluído após todas as atividades dessa etapa, o que inclui a ciência do empregado ao final do processo, já finalizada impreterivelmente até 18 de agosto de 2014.
  
No caso de dúvidas, procure a equipe coordenadora do SGD. Fale com Werner (ramal 6509), Rejane (6620) ou Fernando (6141).


Acesso ao conhecimento é a chave para promover a preservação da água
29/07/2014 | 08h09

Todo ano, novas tecnologias e pesquisas científicas se debruçam sobre o tema “água”: como preservá-la, como aproveitá-la da melhor forma, como recuperá-la e como garantir seu futuro. Debater essas informações e as melhores formas de compartilhá-las com as partes interessadas é o objetivo da 15ª Cúpula de Informações sobre a Água, que começou nesta segunda-feira (28), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu. O evento continua até quarta-feira (30).
   

Grande presença de jovens marcou o evento.
     
Participaram da abertura do evento a coordenadora do Programa Hidrológico Internacional da Unesco para a América Latina, Zelmira May; a diretora do USAID-GLOWS/FIU, María Concepción Donoso; o diretor técnico do Parque Tecnológico Itaipu, Cláudio Issamy Osako; a diretora do Escritório Regional da Unesco para a Ciência; Lidia Brito, e o coordenador brasileiro do Centro Internacional de Hidroinformática e superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Cícero Bley Junior.
   

Cícero Bley Jr. representou o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek, na abertura.
    
Para Bley Junior, a palavra-chave do evento é acessibilidade. “A humanidade tem o conhecimento necessário para preservar a água. O que precisamos é estabelecer sinergias e fazer com que todos tenham acesso a esse conhecimento”, disse. “A falta de informação sobre as águas deve ser combatida em todos os níveis”, ressaltou María Concepción Donoso.
 
Os demais integrantes da mesa de abertura enfatizaram a importância do desenvolvimento e da preservação por meio do conhecimento, e comentaram a forte presença de jovens na plateia. “O que vamos discutir tem tudo a ver com a nova geração, por isso é muito gratificante ver tantos jovens aqui, discutindo esses temas”, disse Lidia Brito.
 

A palestra de Lidia Brito abriu o evento.
    
“Sabemos que o CIH, o PTI, a Itaipu Binacional e toda essa região se caracteriza por ter muita gente nova nas universidades. Esta é uma boa oportunidade para incorporar sobretudo pessoas jovens que venham aportar um olhar 'fresco' sobre os temas e os problemas”, destacou Zelmira May.
 

Zelmira May elogiou o entusiasmo dos participantes.
    
Palestra de abertura
 
O tema da primeira palestra da Cúpula foi a gestão inteligente dos recursos hídricos. Lidia Brito falou sobre o papel da Unesco em relação às mudanças globais e a segurança da água, com ênfase nas iniciativas desenvolvidas na América Latina e Caribe. Ela também apresentou a estratégia do Programa Hidrológico Internacional da Unesco de 2014 a 2021.
 
Programação
 
Na programação do evento estão inclusas as participações de especialistas da América do Sul, América do Norte, América Central e Caribe, e também a apresentação de estudos de caso de outros continentes. Nos próximos dias, além de palestras, os participantes terão acesso a minicursos sobre diversos temas ligados à água. A programação completa está no link www.waterwebconsortium.com/wis15/.
 
Também estão presentes representantes do Programa Hidrológico Internacional (PHI), Instituto Caribenho para a Meteorologia e a Hidrologia de Barbados, Comitê Intergovernamental dos Países da Bacia do Prata, Programa Erasmus Mundus, GLOWS, Agência Nacional de Águas (ANA) e Itaipu Binacional.


Morre Gurmukh Sarkaria, coordenador geral do projeto de construção da Itaipu
28/07/2014 | 16h49


Sarkaria em 2006: responsável por algumas das decisões mais críticas e importantes na história da usina.
  
O engenheiro civil indiano Gurmukh Sarkaria, coordenador geral do projeto de construção da Itaipu, morreu na última terça-feira (22), aos 89 anos, em Santa Rosa, Califórnia, nos Estados Unidos, vítima de complicações de um infarto. Ele deixou esposa e duas filhas.
  
“É uma grande perda”, disse o superintendente de Obras (SO.DT), Marco Aurélio Vianna de Escobar. “Sarkaria deu uma contribuição extremamente valiosa para a Itaipu. Lamentamos profundamente a morte de um profissional tão gabaritado e importante para a história da usina”, ressaltou.
   
Decisões críticas
   

Sarkaria foi nomeado “Coordenador Geral do Projeto Executivo de Engenharia do aproveitamento hidrelétrico de Itaipu, a cargo do consórcio IECO/ELC” por meio da Resolução da Diretoria Executiva (RDE) 69/75, assinada por José Costa Cavalcanti (diretor-geral brasileiro) e Enzo Debernardi (diretor-geral paraguaio), no dia 13 de junho de 1975.
  


Board em 2006: Sarkaria foi o charman do grupo. Encontro foi o último com a presença do engenheiro.

     
Segundo o documento, os antecedentes profissionais de Sarkaria estavam “à altura da importância do Projeto Itaipu”, o que justificou a escolha.
  
O engenheiro indiano era considerado um dos maiores especialistas em construção de hidrelétricas do mundo. Foi ele quem criou o layout e escolheu o local ideal para a construção da Itaipu – até hoje a maior geradora de energia do planeta.
   

Também foram dele algumas das principais decisões sobre a obra, como o formato da barragem e do vertedouro. Da sua prancheta saiu o modelo de barragem adotado pela binacional, com aberturas que lembram a estrutura de uma catedral, para aliviar a ação da gravidade. Foi, ainda, uma solução econômica, que permitiu o menor consumo de muitas toneladas de concreto.
  


Ao lado do engenheiro italiano Corrado Piasentin, outra figura histórica na Itaipu, que trabalhou no plano de viabilidade e pesquisa de materiais e com os estudos básicos de topografia, altimetria e sondagens, entre outros. 

   
Segundo reportagem publicada pelo JIE no dia 21 de novembro de 2006, Sarkaria recordou que, “na época, estas foram decisões críticas, pois delas dependiam a segurança da estrutura da barragem”.
  
Chairman
   

Sarkaria foi, por muitos anos, o chairman – coordenador e responsável pela equipe – do Board de Consultores Civis da Itaipu. O grupo é formado por especialistas, de diferentes países, com notável conhecimento em engenharia de grandes barragens, que se reúnem periodicamente para analisar o desempenho das estruturas civis da Itaipu.
   
Criado em 1975, o Board promove inspeções técnicas e analisa os dados emitidos pelos profissionais da usina dedicados à segurança da barragem. O objetivo é aferir o grau de segurança de toda a estrutura da Itaipu – sobretudo da barragem. Frequente durante as obras, a consultoria passou a ser quadrienal após a conclusão do empreendimento.
   

Foram de Sarkaria algumas das principais decisões sobre a obra, como o formato da barragem e do vertedouro.

  
O último Board em que Sarkaria esteve presente foi o de 2006. Em 2010, já com a saúde um pouco debilitada, ele acompanhou tudo a distância, de seu escritório nos Estados Unidos.
   
Na ocasião, oito engenheiros que representaram o Brasil e o Paraguai e um grupo de convidados integraram o grupo. Entre eles estavam Giuseppe Stevanella, Paulo Teixeira Cruz, Juan José Bósio Ciancio, Selmo Chapira Kuperman, Vidal Serafin Galeano Burgos, John Gummer e Nelson de Sousa Pinto, responsável pelos estudos do modelo hidráulico do projeto do vertedouro. Foi a 20ª reunião do Board.
   
A próxima reunião do Board de Consultores Civis da Itaipu – a primeira sem a participação de Sarkaria – será em novembro deste ano.
  
A Divisão de Imprensa agradece aos engenheiros Cláudio Porchetto, gerente da Divisão de Engenharia Civil e Arquitetura (ENCC.DT), e Jorge Habib Hanna El Khouri, superintendente adjunto de Engenharia (EN.DT), pela colaboração.


O diálogo pode curar
28/07/2014 | 11h02

Por mais que os profissionais da saúde se esforcem, nem sempre a cura para as doenças está em remédios e tratamentos. Às vezes, o problema é emocional, e uma boa conversa pode trazer mais benefícios que uma semana de internação.
  
Para aprender essa metodologia e poder aplicá-la na rede pública de saúde, 86 profissionais do Brasil e do Paraguai participaram, na sexta-feira (25) e sábado (26), no Auditório Integração, do Curso de Capacitação em Terapia Comunitária Integrativa para a Tríplice Fronteira, realizado com o apoio do Grupo de Trabalho Itaipu-Saúde (GT Itaipu-Saúde).
     
Imagem do curso na sexta-feira (25): nas aulas, os alunos desenvolvem o aspecto emocional.
    
As aulas tiveram início em maio deste ano e seguem até maio de 2016, com 21 encontros mensais. Serão 152 horas de teoria e 220 horas de prática, com quatro professores especialistas: Milene Vosgerau, Sandriane Martins, Tânia Dallalana e Walfrido Svoboda.
     

Para Luciana Sartori, o curso é valioso para todas as áreas, não apenas na saúde.
     
O objetivo da capacitação é preparar os profissionais para lidarem com questões emocionais, de bem-estar e qualidade de vida nas redes de atenção à saúde. “Nosso público inclui médicos, assistentes sociais, enfermeiros e psicólogos, porque focamos na saúde; porém, esse é um curso que qualquer pessoa pode fazer, mesmo sem curso superior”, garante Luciana Sartori, gestora do GT Itaipu-Saúde.
    
Curando a mente
     
A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é uma metodologia que promove o trabalho em grupos, gerando um espaço de acolhimento e de partilha de sentimentos e experiências de vida. “O trabalho em grupo fortalece vínculos e ajuda cada um a despertar e a resolver seus problemas. Em um ambiente seguro, com apoio dos demais, as pessoas conseguem falar de coisas que nem sempre têm espaço no dia a dia”, explica o professor Walfrido Svoboda.
      
Walfrido Svoboda:
“Quando formamos vínculos fortes, nossa saúde mental melhora visivelmente”.
     
O curso é um verdadeiro autodesenvolvimento para os alunos. Afinal, para poder ajudar os outros sem se envolver e sem dar conselhos é preciso conhecer as próprias emoções. “Na TCI, não fazemos diagnóstico, não aconselhamos, não nos envolvemos. Somos facilitadores, ajudamos as pessoas a despertarem suas emoções”, enfatiza o professor.
     
Como resultado esperado, a TCI promove a maior participação das pessoas na sociedade, tornando-as mais capazes de lidar com os próprios problemas e de ajudar os demais. “Quando formamos vínculos fortes, nossa saúde mental melhora visivelmente”, diz Svoboda. Luciana completa: “Se a boca cala, o corpo fala. Curar o emocional evita muitas doenças psicossomáticas e traz benefícios para toda a sociedade”.


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