O reitor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Hélgio Trindade, publicou, na tarde desta segunda-feira (30), uma nota oficial sobre o roubo no hotel onde estão hospedados alunos da instituição. Veja a nota na íntegra.
A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) vem a público
manifestar-se a respeito do incidente ocorrido nesta madrugada no Hotel Salvattin
Campestre — onde estão alojados os seus estudantes. O estabelecimento foi alvo da
ação de alguns delinquentes, que renderam os funcionários do hotel e conseguiram
invadir um bangalô, e tentaram, sem sucesso, entrar em outro quarto.
A polícia foi acionada, e quando as viaturas chegaram ao hotel, os assaltantes já
haviam fugido, levando algum dinheiro e objetos pessoais. Diante dos fatos, a Reitoria
da Unila, em conjunto com autoridades públicas do município, informa que, como
medida emergencial, a moradia estudantil contará, a partir de hoje, com agentes e
viaturas policiais, para garantir a segurança dos estudantes até que providências
definitivas sejam tomadas.
A Unila informa, outrossim, que a integridade física dos alunos foi preservada e
que estes estão sendo acompanhados pela psicóloga da Universidade, bem como têm
recebido apoio da equipe da Reitoria. A Universidade ratifica, ainda, que lamenta o
ocorrido e reforça seu compromisso em tomar todas as providências necessárias para
assegurar a tranquilidade e a segurança dos alunos.
Foz do Iguaçu, 30 de agosto de 2010
Hélgio Trindade
Reitor
Os 74 supervisores de adolescentes do Programa de Iniciação e Incentivo ao Trabalho (PIIT) têm uma missão especial nesta semana. Até quarta-feira (1º), todos deverão participar de um treinamento para discutir o papel de cada um na orientação destes jovens.
Durante a oficina, ministrada por Daniele Higashi (foto), da Educare, os supervisores também debaterão formas de auxiliar os adolescentes a desenvolver suas potencialidades.
Segundo o coordenador do Programa, Marcos Antônio Castro de Araújo, a participação dos supervisores é fundamental para o sucesso do projeto, que tem cunho social. “Ele é um espelho para o adolescente e só vai dispor de meio período de seu tempo para este treinamento. Por isso peço a todos que participem”, disse Marcos.
O treinamento ocorre nesta terça (31) e quarta-feira (1º), das 8h às 12h, na Sala 7, Bloco 3 do Centro de Treinamento da margem esquerda. Mais informações podem ser obtidas com Mariana e Thaís pelos ramais 6165 e 6402.
Acima, participantes do encontro de gestores do CAB em Vera Cruz do Oeste. Abaixo, Mirian (1ª à esquerda) recebe um certificado de participação no encontro.
A diretora da iniciativa internacional Carta da Terra, Mirian Vilela, conferiu de perto diversos projetos desenvolvidos pela Itaipu no âmbito do Programa Cultivando Água Boa (CAB). Ela ainda ministrou duas palestras na última sexta-feira (27): uma em Santa Helena, para 200 pessoas, entre técnicos, gestores, líderes comunitários, prefeitos e outros; e outra no PTI, para 350 estudantes, como parte do programa Diálogos de Fronteira.
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O Programa Reviver fará 16 anos no dia 21 de setembro e, como já se tornou tradição nos anos anteriores, o presente vai para os empregados da Itaipu. Para celebrar a data, o Reviver realiza, a partir desta segunda-feira (30), a Semana de Promoção da Vida Saudável. Até sexta-feira (3), uma programação variada e itinerante – produto de uma parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi) – será oferecida a todos os colegas.

Quer massagem? Agende a sua. A quick massage será uma das atrações da Semana da Vida Saudável.
Segundo Eliane Ventura Duraes, coordenadora do Programa Reviver em Foz do Iguaçu, a semana foi programada com o objetivo de difundir um estilo de vida mais saudável entre os empregados da binacional. “É a conscientização de que é possível ter saúde mesmo em meio aos padrões de vida contemporâneos”, ressalta. O Reviver já promoveu eventos semelhantes em outros anos, mas, de acordo com Eliane, com atividades e metas diferentes.
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Medo, insegurança, baixa auto-estima e falta de afetividade são alguns dos principais sintomas apresentados por crianças abandonadas ou retiradas de suas famílias de origem. Só no Brasil, o problema atinge 8 milhões de pessoas na infância e na adolescência. Como protegê-las e amenizar as sequelas do abandono? O tema estará em debate em Foz do Iguaçu, de 2 a 4 de setembro, no Seminário Latino-Americano de Acolhimento Familiar.
O evento faz parte da programação oficial da visita do presidente Lula à fronteira e deve reunir mais de 600 representantes de instituições de proteção à criança e ao adolescente de 19 países. No seminário promovido pela Rede de Proteção Latino-Americana de Acolhimento Familiar (Relaf), os participantes terão a oportunidade de apresentar e conhecer experiências bem sucedidas de acolhimento. A ideia é debater esses projetos e replicá-los em todo o continente.
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Pessoal da Brigada reunido no Refúgio Biológico Bela Vista. Material na mão para sair a campo.
O forte calor e a baixa umidade do ar registrados nas últimas duas semanas, na sequência de um dos mais rigorosos invernos da região, colocaram em alerta a Brigada de Combate a Incêndios Florestais. O grupo é responsável pelo monitoramento e segurança de cerca de 34 mil hectares de vegetação, com uma extensão de aproximadamente 1,4 mil quilômetros de matas, abrangendo 16 municípios, de Foz do Iguaçu a Novo Mundo (MS). O trabalho inclui a faixa de proteção do reservatório de Itaipu, o Corredor da Biodiversidade Santa Maria e três refúgios biológicos – Bela Vista, Maracaju e Santa Helena. Além de prestar apoio, caso solicitado, aos municípios lindeiros. Somente neste mês, a brigada já foi acionada cinco vezes, a última nesta quinta-feira (26), em Guaíra.
A explicação é simples. O frio intenso secou a vegetação; agora, a baixa umidade favorece a formação de focos de incêndio e o vento pode espalhar o fogo. “Por isso, o mais importante é o primeiro combate. Quanto mais rápido, melhor. Porque muitas vezes um foco pequeno pode se transformar em um desastre ambiental”, alertou Cristiano Teixeira, da Divisão de Áreas Protegidas (MARP.CD) e coordenador da brigada.
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Ainda há vagas para participar do Ciclo de Encontros Regionais para o Fortalecimento da Equidade de Gênero, que será aberto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 1º de setembro (quarta-feira), às 20h, no Hotel Golden Tulip Internacional, em Foz do Iguaçu.
A solenidade de abertura terá ainda a presença da ministra da Secretaria de Política para as Mulheres do Brasil, Nilcéa Freire, e da ministra da Secretaria da Mulher do Paraguai, Glória Rubin, entre outros convidados.
Mil pessoas são aguardadas para a abertura do evento, que prossegue no dia 2 de setembro (quinta-feira), no mesmo local, com várias oficinas. Ainda há vagas para participação, mas por se tratar de uma programação oficial de visita do presidente da República, as inscrições devem ser feitas obrigatoriamente, por exigência da segurança presidencial.
O endereço para se inscrever é www.celebraeventos.com.br/genero
Participam do encontro representantes de entidades nacionais e internacionais, como a Organização Internacional do Trabalho, a Unifem, o Pacto Global, o PNUD, os ministérios da Mulher do Brasil e do Paraguai e o Dieese

O Corredor de Biodiversidade e a RPPN de 244 hectares da Fazenda Santa Maria, à direita.
Uma pesquisa inédita na região Oeste do Paraná busca identificar as espécies animais que utilizam a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) da Fazenda Santa Maria, por onde passa o Corredor de Biodiversidade Santa Maria - mantido com o apoio da Itaipu. Os primeiros resultados estão aparecendo. Entre eles, possivelmente, o primeiro registro de duas espécies: um roedor (no Brasil) e um anfíbio (no Paraná).
O grupo de pesquisadores trabalha sob orientação do biólogo Joaquim Jorge Silveira Buchaim, da Faculdade Anglo-Americano, de Foz do Iguaçu (foto). A RPPN da Fazenda Santa Maria é um dos locais mais bem preservados do Oeste Paranaense e que estão fora de áreas de conservação ‘oficiais’, como o Parque Nacional do Iguaçu e os refúgios e a faixa de proteção mantidos pela Itaipu. “O principal objetivo é manter um grupo de pesquisadores gerando conhecimento permanentemente sobre a biodiversidade da região”, explica o biólogo.
Com 244 hectares, a RPPN da Fazenda Santa Maria é o centro do Corredor de Biodiversidade que leva o mesmo nome e que liga a faixa de proteção do reservatório de Itaipu ao Parque Nacional do Iguaçu. A criação do corredor deve-se ao trabalho em parceria de diversas instituições da região, entre elas Itaipu, prefeituras e também os proprietários rurais.
As estudantes do Anglo Rafaela Gomes, Valéria Larroca, Chaoline Kamer e Priscila Apel acompanham o trabalho para estudar a localização de armadilhas. Elas fazem TCC sobre morcegos.
O grupo tem a participação de estudantes de graduação do Anglo e de mestrandos e doutorandos de outras instituições, como a Universidade Federal do Paraná e a Unicentro, de Umuarama, totalizando cerca de 40 alunos. Durante esta semana, eles posicionaram diversas armadilhas na RPPN e o JIE acompanhou um dia de campo desses jovens cientistas.
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Empregados, estagiários e PIITs que se inscreveram na 3ª Gincana “Nossa Força É Voluntária” participaram, na tarde de quinta-feira (26), da primeira reunião de capacitação para as atividades. O encontro teve como objetivo montar as seis equipes de gincaneiros e apresentar subsídios teóricos para o trabalho que será realizado.

Lilian Paparella explicou sobre o funcionamento da gincana aos cerca de 50 gincaneiros presentes.
De acordo com o tema da primeira tarefa, “valorização família e escola”, as acadêmicas de Psicologia, Dimara Marques Ribeiro, e de Pedagogia, Elizângela Pruner, falaram sobre o papel da escola e da família na formação das crianças e adolescentes e levantaram pontos positivos e negativos de ambas instituições.
“Elas foram chamadas para ajudar os gincaneiros a entenderem a realidade que vão encontrar nas escolas quando desenvolverem o trabalho”, explicou Lílian Paparella, coordenadora do Programa Força Voluntária.

O superintendente de Segurança Empresarial, Rogel Abib Zattar, participou da reunião trazendo palavras de incentivo aos gincaneiros: “Vocês ajudarão a criar pequenos diamantes”, disse.
A primeira tarefa da gincana acontece no dia 18 de setembro. Até lá, os líderes das equipes se reunirão com Lílian para discutir as ações práticas das equipes e definir as escolas que serão beneficiadas com o trabalho.

Nesta quinta, contrastando com o cinza da barragem e do céu, uma 'bola' alaranjada chamou a atenção na usina.
A falta de chuva e a baixa umidade do ar das últimas semanas têm dado trabalho extra ao pessoal que presta serviços gerais na usina. Para evitar o risco de a vegetação morrer, muita água é jogada nos gramados. Mas quando o trabalho envolve somente roçagem, é a poeira que levanta fácil e arde nos olhos.

Para amenizar a 'secura': "Se não jogar água, morre tudo", diz Silva.
De acordo com Adão Aparecido da Silva, da terceirizada SMC, somente nesta quinta-feira (26) foram utilizados quatro tanques com capacidade de 6,5 mil litros cada um. Ou seja, 26 mil litros de água em um dia. Não à toa, o trator puxando o reservatório móvel era visto circulando desde a área próxima da Barreira de Controle até ao lado da barragem. Rodou o dia todo.

A roçagem levanta poeira e piora a sensação de tempo seco.
“Tá muito calor, se não jogar água, morre tudo”, atesta Adão, observando que em vários pontos da usina a grama é nova e o cuidado deve ser ainda maior.


Refresco para as plantas: somente nesta quinta-feira (25) foram utilizados 26 mil litros de água.
Mas a secura do ar ao menos proporcionou um espetáculo à parte para quem deixou a usina no final da tarde de quinta. A bola alaranjada suspensa sobre os condutos forçados era de encher os olhos - e o fotógrafo Nilton Rolin não perdeu tempo. Um jeito especial para fechar um dia quente de inverno.









“O melhor local para criar uma criança é na família biológica, desde que essa convivência seja sadia”, explica Ivânia Ferronato, diretora de projetos da Fundação Nosso Lar, de Foz do Iguaçu. “Quando isso não é possível”, acrescenta, “o modelo da família acolhedora é o melhor sistema”. 

A historiadora Franciele, hoje com 27 anos, ficou órfã aos 13. Ela e quatro irmãos mais novos foram levados para um abrigo. "Os anos no orfanato foram longos e sofridos", contou ao JIE. Sua vida só mudou quando foi acolhida por duas irmãs. 
