Projeto Viola Lindeira chega a Cascavel e Ramilândia

Projeto Viola Lindeira chega a Cascavel e Ramilândia

08h26 - 12/03/2018


Aulas do Viola Lindeira começaram em Foz do Iguaçu. Na foto, os alunos e professor no último dia 5.

O Projeto Viola Lindeira retomou as atividades em 2018 com novidades. Na semana passada, as aulas de viola caipira começam a ser dadas em dois novos municípios. Na segunda-feira (5), mais de 60 jovens disputaram uma das 40 vagas em Cascavel. Nesta quinta (8), será a vez de Ramilândia. O projeto tem o apoio e acompanhamento de Itaipu.

Com Cascavel e Ramilândia, sobem para 18 as cidades da região atendidas pelo projeto. No total, entre 750 e 800 alunos, com idades entre 7 e 17 anos, fazem as aulas de viola caipira de forma gratuita em contraturno escolar. Em Foz do Iguaçu, as aulas acontecem na Fundação Cultural. Ainda há vagas na maioria dos municípios.

Viola Caipira


O projeto está em 18 municípios.

Criado em 2015, o Projeto Viola Lindeira é uma parceria entre Itaipu – por meio do Programa de Valorização do Patrimônio, da Divisão de Educação Ambiental – com as prefeituras lindeiras e o Instituto Viola Caipira. “Tivemos uma evolução impressionante dos alunos nos últimos anos”, diz o coordenador do projeto, Crystian Fernandes.

Uma das prioridades do Viola Caipira é atender famílias em situação de vulnerabilidade social e contribuir para formação de orquestras de viola nos 16 municípios lindeiros ao Lago de Itaipu. As aulas são ministradas por músicos da Orquestra Paranaense de Viola Caipira da Faculdade Assis Gurgacz, sediada em Cascavel, reconhecida como uma das melhores do Brasil. Todos alunos devem estar matriculados em instituição de ensino.

A Itaipu é responsável pelo suporte financeiro necessário a toda a parte operacional do projeto, como logística, pagamento dos professores, hospedagem e alimentação. O Instituto oferece os instrumentos musicais. A contrapartida das prefeituras é uma sala de aula com infraestrutura para receber os professores e os futuros músicos.

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