Processo seletivo interno ganha prioridade para preenchimento de vagas na Itaipu

Processo seletivo interno ganha prioridade para preenchimento de vagas na Itaipu

08h58 - 01/12/2017

Apaixonado pelo trabalho de campo, o engenheiro eletricista Leonardo Jankowski viu dentro da própria Itaipu uma oportunidade de explorar mais as atividades dinâmicas, fora do escritório, pelas quais tem apreço especial. Aprovado em processo seletivo interno, ele mudou de ares na empresa, deixando a Divisão de Teleprocessamento (SITT.GG) para assumir um posto na Divisão de Infraestrutura (SGII.AD), na qual agora pode aliar mais plenamente suas habilidades profissionais à satisfação pessoal.

Situações como essa tendem a se tornar cada vez mais comuns na Itaipu, graças às recentes mudanças no Programa de Mobilidade Funcional Interna, gerido pela Superintendência de Recursos Humanos (RH.AD), sob a supervisão da Diretoria Administrativa.

Processos seletivos internos – anunciados via Notes, com seus respectivos regulamentos – não são algo novo na Itaipu. A novidade é a ampliação da oferta e frequência de vagas para a seleção interna, obtida pelo direcionamento prioritário aos próprios empregados da Itaipu das oportunidades que surgirem.

Não há mudança em relação a um dos preceitos fundamentais do processo seletivo interno: a candidatura é permitida somente para empregados dentro do mesmo cargo que a vaga a ser preenchida. Por exemplo, alguém contratado como formação de nível médio não pode concorrer a cargo de nível universitário. Para isso, é necessário o processo seletivo externo.

Já em vigor, o upgrade no Programa de Mobilidade Funcional Interna veio com a chancela do diretor-geral brasileiro, Luiz Fernando Leone Vianna, que patrocinou a ideia após ouvir algumas sugestões de melhoria dos processos relacionados à gestão de pessoas durante as sessões do Bate-Papo com Vianna – evento promovido para estabelecer uma aproximação direta e sem filtros entre o DGB e o corpo funcional, em que oito participantes têm a oportunidade de tomar um café da manhã com o diretor, falar sobre suas atividades e propor ideias.

A ação é, portanto, um dos efeitos práticos já perceptíveis dessas conversas. “Potencializaremos os resultados em um de nossos principais objetivos de gestão de pessoas, que é ter profissionais com as competências necessárias, comprometidos nos lugares certos e satisfeitos”, ressalta Vianna.

“Essa é uma iniciativa muito boa e positiva”, afirma Jankowski, há nove anos na Itaipu. “Quando se passa em um concurso externo para entrar na empresa, em uma função macro, muitas vezes não se sabe onde vai cair, o que exatamente vai se fazer. Então, essa chance que a empresa dá é também uma oportunidade para o empregado ‘escolher’ o seu destino”, conclui o engenheiro.

De acordo com Vianna, o procedimento está alinhado à prática de 96% das organizações listadas na pesquisa “Melhores Empresas para Trabalhar”, que utilizam o recrutamento interno antes de buscar candidatos no mercado. “A Itaipu já tem várias práticas que são referência para torná-la uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e essa ação vem colaborar neste sentido, fazendo dela uma organização cada vez melhor, por meio de práticas de gestão modernas e democráticas.”

Nesta conta, o saldo é positivo para empresa e empregados. “Espero, com isso, contribuir para a melhoria do clima organizacional, produtividade e satisfação do colaborador com a área em que está lotado e as atividades que desenvolve”, diz Vianna.

Veja também a reportagem da IBTV (caso tenha dificuldade para visualizar, atualize o plugin do Flash ou utilize o Internet Explorer).

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