Mercado municipal deve começar a ser construído ainda este ano

Mercado municipal deve começar a ser construído ainda este ano

10h54 - 11/08/2017

Quer saber como vai ficar? Veja, acima, o vídeo de animação do anteprojeto.

A construção do Mercado Municipal de Foz do Iguaçu, uma parceria entre a Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) e prefeitura, na área da antiga Cobal da Vila A, deve começar até o fim do ano. O cronograma está sendo finalizado e, se tudo ocorrer dentro do esperado, o espaço estará aberto ao público já em 2018. A ideia é concluir o projeto executivo até novembro para a abertura, em seguida, do processo de licitação das obras.

Para a construção do mercado, o terreno e o galpão, que pertencem à Itaipu, foram repassados para a FPTI, em comodato. Toda a estrutura será reaproveitada, mas o espaço passará por uma grande transformação. O local servirá como nova alternativa de compras e de lazer para os moradores locais e turistas que visitam a região.

A obra é uma antiga reivindicação da população. Os projetos executivos estão sendo concluídos pela Itaipu e PTI, que bancarão a maior parte dos custos. A obra está estimada em R$ 13 milhões. O modelo de concessão dos espaços ainda está em fase de elaboração. Serão construídos estacionamentos e passarelas de acesso desde o viaduto do Paraguai, para facilitar o fluxo de veículos e pedestres nas imediações.


Participantes da reunião de quarta-feira (9), no Centro Executivo, que definiu os termos da parceria entre Itaipu, FPTI e Prefeitura de Foz do Iguaçu.

A viabilização do mercado público foi anunciada pelo diretor geral-brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, e o prefeito Chico Brasileiro, numa reunião no Centro Executivo da Itaipu, no começo da noite de quarta-feira (9). O vice-prefeito de Foz, Nilton Bobato, e o diretor superintendente da Fundação PTI, Ramiro Wahrhaftig, também participaram. Uma parceria futura para a construção de um segundo mercado municipal, num outro modelo, na Vila Portes, também foi discutida.

A proposta é unir num mesmo local abastecimento, integração cultural e social, além de divulgar e fomentar a diversidade cultural da região, com a geração de emprego e renda.  O espaço contará com 60 lojas, entre hortifrutigranjeiros, açougue, peixaria, laticínios e frios, empório, bebidas, mercearia, temática, étnica, quiosque e restaurante.

A projeção é gerar 500 empregos diretos e indiretos. Entre outros benefícios, o espaço permitirá a valorização da agroindústria regional, produção e a comercialização de produtos da agricultura familiar.

O mercado municipal também deve ser sustentável, com eficiência energética, utilizando para isso várias plataformas para economizar e gerar energia. Entre as ferramentas pensadas está o aproveitamento da água captada da chuva, iluminação natural e produção de energia fotovoltaica.

O JIE publicou

Itaipu, FPTI e Prefeitura anunciam parceria para erguer mercado municipal na antiga Cobal

Versão para impressão