Itaipu vai integrar o Programa Nacional de Proteção do Conhecimento Sensível

Itaipu vai integrar o Programa Nacional de Proteção do Conhecimento Sensível

14h39 - 06/12/2017


Luiz Felipe Kraemer Carbonell (IN.GB): "Precisamos do comprometimento de todos, para que o programa realmente seja eficiente”.

Profissionais da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) apresentaram o Programa Nacional de Proteção do Conhecimento Sensível (PNPC) ao corpo gerencial da margem esquerda da Itaipu, no último dia 29, no Auditório Integração, na usina. Entidade de natureza estratégica para o Estado brasileiro, a Itaipu detém conhecimentos e materiais que necessitam de medidas especiais de proteção. Por isso, sob a coordenação da Assessoria de Informações (IN.GB), a empresa passará a integrar o programa ao longo de 2018.

O objetivo é implementar medidas e procedimentos de proteção de conhecimentos gerados e custodiados pela organização, com base na legislação vigente e nas características da própria Itaipu. A proposta desse encontro inicial, que foi transmitido por videoconferência ao escritório de Curitiba, foi sensibilizar os gestores sobre a necessidade de se proteger as informações tidas como sensíveis – de cunho sigiloso ou estratégico, que exigem medidas especiais de proteção, sob o risco de prejuízos à entidade.

A definição das bases do sistema de proteção, a identificação de vulnerabilidades e ameaças potenciais e a avaliação do nível de risco foram alguns dos temas da reunião. “Precisamos do comprometimento de todos, para que o programa realmente seja eficiente”, ressaltou o chefe da IN.GB, o general da reserva Luiz Felipe Kraemer Carbonell.

Diversos órgãos já foram atendidos pelo PNPC com sucesso, inclusive um bem próximo da binacional: o Parque Tecnológico Itaipu. As próximas etapas do trabalho de implantação do programa na empresa serão anunciadas em breve.


Paulo Teixeira, da Abin, fala sobre o PNPC aos gerentes da margem esquerda, no Auditório Integração.

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