Itaipu e PTI realizam último módulo da pós em Segurança de Barragens

Itaipu e PTI realizam último módulo da pós em Segurança de Barragens

08h11 - 12/07/2018

Cerca de 25 alunos de várias regiões do país estão concluindo o segundo curso de Especialização em Segurança de Barragens, promovido pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em uma parceria com a Itaipu Binacional e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), por meio do Centro de Estudos Avançados em Segurança de Barragens (Ceasb), Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB) e Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).
 
O curso visa capacitar profissionais para trabalhar com a legislação de segurança de barragens que está vigente, conforme estabelecido na Lei nº. 12.334/2010, aliando o conhecimento acadêmico, por meio da Universidade, e a experiência profissional, por parte dos profissionais da hidrelétrica de Itaipu.
 
A especialização completa engloba disciplinas voltadas para a fiscalização e prevenção de acidentes de barragens, inspeções, monitoramento das estruturas de concreto e aterro, entre outras. Os alunos participaram do último módulo presencial no PTI e deverão, até janeiro de 2019, apresentar as monografias.

Para o professor e coordenador executivo do curso, Carlos Henrique Medeiros, esta é uma excelente parceria entre a Itaipu e a Universidade, proporcionando a capacitação específica para profissionais que trabalham nesta área em diversas regiões do país. “O curso está indo bem e acreditamos que, em breve, poderá ser lançada a terceira turma”.
 
Dimilson Pinto Coelho, gerente da Divisão de Engenharia Civil e Arquitetura da Itaipu Binacional, ressaltou a importância da Itaipu no Brasil e para outros países como referência em segurança de barragens, pois, segundo ele, essa segurança inicia-se na concepção do projeto, durante a construção, a manutenção e a operação da usina.
 
“Este é, sem dúvida, um curso de Especialização muito importante, que visa a formação de profissionais capacitados e especialistas para avaliar o comportamento estrutural das barragens, permitindo atuar preventivamente nas estruturas onde trabalham”, pontua Coelho.

Versão para impressão