Colaboradores são os protagonistas dos 2,5 bi de MWh, afirmam diretores

Colaboradores são os protagonistas dos 2,5 bi de MWh, afirmam diretores

11h13 - 23/11/2017


Da esq. para a direita: José Sánchez Tilleria (diretor técnico), Luiz Fernando Vianna (geral brasileiro) e Marcos Vitório Stamm (financeiro executivo).

Os colaboradores brasileiros e paraguaios de Itaipu são os grandes responsáveis pela marca dos 2,5 bilhões de megawatts-hora (MHh) atingidas pela Itaipu nesta semana, na avaliação dos diretores-gerais Luiz Fernando Leone Vianna (Brasil) e James Spalding (Paraguai). O agradecimento foi feito durante a celebração da marca, nesta quarta-feira (22), no hall do Edifício da Produção.

“Muitas usinas contam com os mesmos equipamentos que nós. O que diferencia Itaipu, além da união de dois países, é a excelência dos seus colaboradores nesses quase 34 anos de operação”, afirmou Vianna. “Desde a sua criação, Itaipu vem batendo recordes. É a usina que mais gera energia limpa e renovável do planeta. Só temos a agradecer a perseverança e a dedicação dos nossos trabalhadores”, completou Spalding.


James Spalding agradeceu à perseverança dos colaboradores de Itaipu.

Na avaliação de Vianna, embora haja abundância de água do Rio Paraná e a hidrelétrica conte com equipamentos de primeira linha, só foi possível chegar a este marco graças à dedicação e ao comprometimento de cada um dos empregados, ao longo da história da binacional. Como forma de reconhecimento ao trabalho, os superintendentes da Diretoria Técnica receberam uma réplica da placa dos 2,5 bilhões de MWh instalada no hall do Edifício da Produção.

Orgulho

Para o Superintendente de Operação, Celso Torino (OP.DT), fazer parte desta conquista é motivo de orgulho. “Itaipu não cuidou apenas da produção, mas também de manter uma alta produtividade. É uma honra ter feito parte desta história de sucesso”, disse.


O engenheiro Ângelo Mibielli (ENES.DT), experiência de 25 anos no setor elétrico e há uma década em Itaipu, atesta o empenho dos colegas da usina.

De acordo com Torino, usinas mais antigas que Itaipu têm a produção acumulada muito inferior se comparada à empresa brasileira-paraguaia. Uma delas é a Usina de Guri, na Venezuela, segunda colocada no ranking da geração acumulada de energia no mundo. Apesar de ter começado a operar em 1978, seis anos antes de Itaipu, a hidrelétrica produziu até agora 1,5 bilhão de MWh.

“Essa marca é a soma de um trabalho conjunto. Uma união que o mundo reconhece. É bom saber que, de alguma forma, contribui para esse resultado”, celebrou o engenheiro civil Ângelo Mibielli (ENES.DT), há 10 anos no quadro funcional de Itaipu e com 25 anos de experiência no setor elétrico. “Aqui há muita dedicação de todos”, completou.


Silvia Matos (ENCC.DT) e Luciana Colatusso (PCCP.TE), partícipes dos recordes de Itaipu.

A engenheira civil Silvia Matos (ENCC.DT) e a engenheira eletricista Luciana Colatusso (PCCP.TE) concordam com o colega. “Essa usina tem características próprias. Talvez o segredo para tanta produtividade seja a união de culturas tão diferentes”.

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